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Ministério Público de Portugal determina devolução de filho brasileiro após sequestro internacional

- O Ministério Público de Portugal determinou que Rui Fonseca e Castro devolva Henrique à mãe em 48 horas, considerando o caso um sequestro internacional. - Henrique, de 10 anos, expressou desejo de retornar ao Brasil e relatou desconforto com o pai, evidenciando a gravidade da situação. - Érika Hecksher, mãe de Henrique, enfrenta dificuldades financeiras para permanecer em Portugal, dependendo de doações e uma campanha de arrecadação. - O ex-juiz foi acusado de violar a Convenção de Haia ao impedir o retorno do filho ao Brasil após as férias. - O casal se divorciou em 2017, e Érika possui guarda unilateral dos filhos, complicando ainda mais a situação legal.

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O Ministério Público de Portugal determinou, nesta quinta-feira, 6, que o ex-juiz Rui Fonseca e Castro devolva seu filho, Henrique, de dez anos, à mãe, Érika Hecksher. O menino foi impedido de retornar ao Brasil após passar as férias de final de ano com o pai, em 21 de janeiro. Após a situação, Érika acionou […]

O Ministério Público de Portugal determinou, nesta quinta-feira, 6, que o ex-juiz Rui Fonseca e Castro devolva seu filho, Henrique, de dez anos, à mãe, Érika Hecksher. O menino foi impedido de retornar ao Brasil após passar as férias de final de ano com o pai, em 21 de janeiro. Após a situação, Érika acionou a Justiça e contratou uma advogada, levando o MP a considerar o caso como sequestro internacional, violando a Convenção de Haia.

Com a nova decisão, Rui tem um prazo de 48 horas para entregar Henrique a Érika, com quem teve três filhos. A mãe relatou que os filhos costumavam visitar o pai durante as férias, mas Henrique ficou todo o período com Rui e não teve acesso à mãe antes da intervenção judicial.

Em mensagens obtidas pela revista VEJA, Henrique expressou seu desejo de voltar ao Brasil, afirmando que não aguenta mais ficar em Portugal e que seu pai não pode obrigá-lo a permanecer. O menino também mencionou que o pai quase quebrou seu celular e pediu repetidamente para que a mãe o buscasse, sugerindo que precisava “fazer um plano para sair daqui”.

Érika, que possui guarda unilateral dos filhos desde o divórcio em 2017, deixou o Brasil para dar continuidade ao processo judicial em Portugal. Para se manter no país, ela depende de doações de amigos e familiares, além de uma campanha de arrecadação online que já arrecadou mais de R$ 14 mil.

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