Neste domingo (9), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que sua administração está comprometida em garantir alimentos mais acessíveis aos paulistas. Ele ressaltou que, desde o início de sua gestão, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é zero para produtos essenciais como […]
Neste domingo (9), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que sua administração está comprometida em garantir alimentos mais acessíveis aos paulistas. Ele ressaltou que, desde o início de sua gestão, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é zero para produtos essenciais como arroz, feijão, ovos, farinhas, legumes e verduras. Tarcísio se posicionou como um potencial candidato presidencial para 2026 e destacou a importância de sua política fiscal.
A declaração do governador foi uma resposta ao pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que solicitou aos estados a isenção do ICMS sobre produtos da cesta básica. Essa iniciativa faz parte de um esforço do governo federal para conter o aumento dos preços dos alimentos. Na última quinta-feira (6), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP) pediu aos estados que adotassem a mesma medida, após anunciar a isenção de alíquotas de importação para diversos produtos alimentícios.
Entretanto, a proposta do governo federal não foi bem recebida por alguns governadores, que a compararam à redução do ICMS durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) em ano eleitoral. Eles argumentam que Lula e Alckmin deveriam ter consultado os governadores antes de transferir a responsabilidade para os estados. O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), também se manifestaram, destacando que já implementaram isenções de ICMS sobre a cesta básica em seus estados.
Em seu vídeo, Tarcísio criticou a abordagem do governo federal e enfatizou a importância da responsabilidade fiscal. Ele afirmou que “o que promove justiça social é a responsabilidade fiscal”, ressaltando a necessidade de decisões difíceis para o bem comum.
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