A senadora Daniella Ribeiro anunciou sua saída do PSD nesta quarta-feira, 12 de fevereiro de 2024. A decisão foi motivada pela aproximação do partido com o PSDB na Paraíba e em nível nacional. Daniella, que é primeira-secretária do Senado e presidia a sigla na Paraíba, afirmou que não poderia apoiar essa união, uma vez que […]
A senadora Daniella Ribeiro anunciou sua saída do PSD nesta quarta-feira, 12 de fevereiro de 2024. A decisão foi motivada pela aproximação do partido com o PSDB na Paraíba e em nível nacional. Daniella, que é primeira-secretária do Senado e presidia a sigla na Paraíba, afirmou que não poderia apoiar essa união, uma vez que os dois partidos estão em lados opostos nas disputas políticas locais. Ela destacou a importância de manter a coerência política e a transformação que seu agrupamento trouxe à Paraíba.
Apesar da desfiliação, Daniella continuará na primeira secretaria do Senado, cargo que ocupa por escolha do presidente Davi Alcolumbre (União-AP). Na noite anterior, ela se reuniu com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, para confirmar sua decisão. A senadora enfatizou que a aproximação do PSDB da Paraíba com o PSD não é viável, dado que o PSDB está alinhado com o União Brasil e o MDB.
A saída de Daniella pode facilitar a entrada do ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) na liderança do PSD. Cunha Lima confirmou que recebeu um convite de Kassab para integrar o partido e mencionou que as conversas sobre uma possível fusão entre PSD e PSDB continuam, apesar de serem consideradas improváveis por líderes das duas siglas. Ele também expressou a intenção de se reunir em Brasília para formalizar sua saída do PSDB.
O grupo político da oposição na Paraíba planeja lançar um candidato ao governo em 2026, que pode ser Cunha Lima ou o senador Efraim Filho (União). Além disso, há discussões sobre as candidaturas para o Senado, com Veneziano Vital do Rêgo (MDB) já confirmado para a reeleição. Cunha Lima ressaltou a importância da unidade entre os membros do bloco, afirmando que seu nome está à disposição, mas que a prioridade é manter a sintonia para garantir uma candidatura competitiva em 2026.
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