A disputa interna na associação Justiça para a Guarda Civil (Jucil) agora se desenrola nos tribunais. Cinco exdirigentes denunciaram o atual secretário geral, Ernesto Vilariño, por supostas irregularidades financeiras, incluindo o uso indevido de fundos da associação. A denúncia segue uma ação judicial anterior do Comitê Executivo Nacional de Jucil contra críticos, que acusaram Vilariño […]
A disputa interna na associação Justiça para a Guarda Civil (Jucil) agora se desenrola nos tribunais. Cinco exdirigentes denunciaram o atual secretário geral, Ernesto Vilariño, por supostas irregularidades financeiras, incluindo o uso indevido de fundos da associação. A denúncia segue uma ação judicial anterior do Comitê Executivo Nacional de Jucil contra críticos, que acusaram Vilariño de má gestão e opacidade.
Os denunciantes alegam que Vilariño utilizou recursos da Jucil para despesas pessoais, como refeições e hospedagens, e que alterou registros contábeis. Eles afirmam que esses atos configuram apropriação indevida, fraude e falsificação de documentos. Entre os gastos questionados, destacam consumos em estabelecimentos de luxo e despesas não justificadas durante uma viagem a Sevilha em outubro de 2020, totalizando mais de 500 euros.
Os críticos tentaram, sem sucesso, obter esclarecimentos sobre os gastos antes de recorrer à justiça. A falta de transparência e a negativa de Vilariño em fornecer informações são apontadas como agravantes das irregularidades. A crise se intensificou após a saída de Agustín Leal, ex-secretário de comunicação da associação, e outras demissões na liderança.
A atual direção de Jucil respondeu à denúncia com um comunicado, reafirmando que não tolerará “ataques infundados” e expressando confiança na justiça para restaurar a reputação da associação. A situação atual lembra um caso anterior no sindicato da Polícia Nacional, onde também houve acusações de gestão inadequada e uso indevido de fundos, resultando na destituição do secretário geral.
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