O novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Azi (União-BA), declarou que não é o momento para discutir propostas que possam restringir os poderes do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele enfatizou a importância de reduzir a tensão e promover o diálogo com o Judiciário, destacando que a comissão deve ser menos […]
O novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Azi (União-BA), declarou que não é o momento para discutir propostas que possam restringir os poderes do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele enfatizou a importância de reduzir a tensão e promover o diálogo com o Judiciário, destacando que a comissão deve ser menos ideológica e priorizar projetos com acordos prévios.
Azi mencionou que a CCJ, sob sua liderança, buscará ser mais propositiva e focada em resultados práticos. Ele ressaltou que as pautas apresentadas pelos colegas precisarão de consenso para avançar. Entre as propostas em tramitação, está a PEC que limita decisões monocráticas de ministros do STF, já aprovada no Senado.
O deputado também abordou a liberdade de expressão dos parlamentares, afirmando que deve haver respeito mútuo e limites para evitar ofensas. Ele se comprometeu a respeitar a liberdade de expressão, mas pediu que o debate mantenha um nível de civilidade. Além disso, Azi indicou que priorizará pautas do governo, como a isenção do Imposto de Renda e a PEC da Segurança, reconhecendo a necessidade de soluções para o aumento da violência no país.
Embora seja adversário do PT na Bahia, especialmente do ministro Rui Costa, Azi afirmou que essa rivalidade não afetará sua relação com o governo federal. Ele já votou a favor de diversas matérias do governo e se comprometeu a manter um diálogo construtivo na CCJ, independentemente de suas posições políticas locais.
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