O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Mike Waltz, enfrenta crescente pressão devido a falhas em medidas de segurança. Após o incidente conhecido como “Signalgate”, onde um jornalista foi acidentalmente incluído em um grupo de mensagens sobre planos de guerra, Waltz agora é acusado de deixar sua conta no aplicativo Venmo acessível ao público. […]
O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Mike Waltz, enfrenta crescente pressão devido a falhas em medidas de segurança. Após o incidente conhecido como “Signalgate”, onde um jornalista foi acidentalmente incluído em um grupo de mensagens sobre planos de guerra, Waltz agora é acusado de deixar sua conta no aplicativo Venmo acessível ao público. O Venmo, um serviço de pagamento online, permite que usuários compartilhem postagens, e a exposição do perfil de Waltz possibilitou o acesso a contatos de oficiais militares e jornalistas.
A revista Wired revelou que o perfil de Waltz, que continha informações de mais de 380 contatos, estava visível publicamente. Entre os contatos estavam figuras importantes, como Susie Wiles, chefe de gabinete da Casa Branca, e Walker Barrett, funcionário do Conselho de Segurança Nacional. Especialistas alertaram que essa situação poderia facilitar a espionagem por serviços de inteligência estrangeiros. Após a reportagem, o perfil foi tornado privado, mas não há confirmação de que os perfis pertenciam realmente às autoridades mencionadas.
O escândalo do “Signalgate” já havia colocado Waltz sob escrutínio, após uma reportagem da The Atlantic expor discussões sobre operações militares em um grupo do Signal, aplicativo não autorizado para tratar de assuntos confidenciais. O erro de convidar o editor-chefe da Atlantic, Jeffrey Goldberg, para o grupo resultou em um vazamento de informações sensíveis sobre um ataque aos Houthis no Iémen.
Apesar das pressões internas na Casa Branca, Waltz mantém a confiança do presidente Donald Trump, embora alguns membros do governo estejam exigindo sua renúncia. O conselheiro assumiu a responsabilidade pelo vazamento, mas a Casa Branca não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
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