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Mel Gibson recupera direito a porte de armas após indulto controverso nos EUA

- Mel Gibson teve seu direito a armas restaurado pelo Departamento de Justiça dos EUA. - A decisão gerou controvérsia, com oposição da ex-advogada de indultos, demitida por isso. - Gibson foi condenado em 2011 por violência doméstica, incluindo agressões à ex-parceira. - A restauração do direito é parte de uma iniciativa conservadora para indultos. - O ator já tentou comprar armas nos últimos anos, mesmo com a proibição anterior.

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Mel Gibson, ator e diretor de 69 anos, voltou a ser notícia após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos restaurar seu direito de posse de armas, que havia sido revogado em 2011 devido a uma condenação por violência doméstica. A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times em quatro de abril de dois mil e vinte e cinco. A decisão gerou polêmica, especialmente porque a ex-advogada de indultos, Elizabeth G. Oyer, se opôs à medida e foi demitida por não apoiar a inclusão do ator na lista de beneficiários.

Gibson é um dos dez condenados a receber essa permissão, aprovada pela procuradora-geral Pam Bondi. O caso do ator foi analisado em meio a um esforço mais amplo de conservadores para permitir que pessoas com antecedentes criminais recuperem o direito de portar armas. A decisão é controversa, considerando que Nevada, onde ele reside, proíbe a posse de armas para indivíduos com histórico criminal.

O episódio de violência que resultou na condenação de Gibson envolveu um ataque à sua ex-companheira, Oksana Grigorieva, em que ele a agrediu fisicamente. Além disso, o ator já havia se envolvido em incidentes anteriores, incluindo comentários antissemitas durante uma prisão em dois mil e seis. Apesar da proibição anterior, Gibson tentou adquirir armas nos últimos anos, levantando preocupações sobre a segurança pública em relação à sua nova autorização.

Mel Gibson, ator e diretor de 69 anos, voltou a ser notícia devido à restauração de seu direito de posse de armas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Essa decisão ocorre após a revogação desse direito em 2011, quando Gibson foi condenado por violência doméstica. A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times em quatro de abril de dois mil e vinte e cinco.

A restauração do direito de Gibson gerou controvérsia, especialmente porque a ex-advogada de indultos, Elizabeth G. Oyer, se opôs à medida e foi demitida por não apoiar a inclusão do ator na lista de beneficiários. O processo de indulto foi aprovado pela procuradora-geral Pam Bondi, e Gibson é um dos dez condenados a receber essa permissão, apesar de sua condenação anterior.

Gibson, que é um conhecido apoiador do ex-presidente Donald Trump, teve seu caso analisado em meio a um esforço mais amplo de conservadores para permitir que pessoas com antecedentes criminais recuperem o direito de portar armas. A decisão é particularmente polêmica, considerando que Nevada, onde o ator reside, proíbe a posse de armas para indivíduos com histórico criminal.

O episódio de violência que resultou na condenação de Gibson envolveu um ataque à sua ex-companheira, Oksana Grigorieva, em que ele a agrediu fisicamente. Além disso, o ator já havia se envolvido em incidentes anteriores, incluindo comentários antissemitas durante uma prisão em dois mil e seis. Apesar da proibição anterior, Gibson tentou adquirir armas nos últimos anos, o que levanta preocupações sobre a segurança pública em relação à sua nova autorização.

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