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Trump ataca a Smithsonian com ordem executiva que preocupa o mundo da arte

- A ordem executiva de Trump visa combater a "ideologia anti-americana" na Smithsonian. - A Smithsonian começou a desmantelar seus escritórios de diversidade após a ordem. - Historiadores criticam a ação, defendendo a importância da diversidade na história. - O secretário Lonnie G. Bunch III promoveu a inclusão de narrativas diversas na instituição. - A ordem pode impactar o financiamento da Smithsonian, mas não a desmantela completamente.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva em março de 2025, direcionada à Smithsonian Institution, uma rede de museus que inclui algumas das instituições mais visitadas do país. A ordem visa combater o que Trump considera “ideologia anti-americana” e gerou preocupações significativas no mundo da arte, levando a Smithsonian a desmantelar seus escritórios de diversidade. Historiadores e especialistas criticaram amplamente essa ação, considerando-a uma ameaça à narrativa histórica e cultural.

A Smithsonian Institution é composta por vinte e uma instituições, incluindo museus de arte e história, além de centros de pesquisa e o Zoológico Nacional. Embora receba financiamento federal, não é controlada diretamente pelo governo, sendo administrada por um Conselho de Regentes que inclui figuras como o Vice-Presidente e o Chefe da Justiça dos Estados Unidos. Desde 2019, Lonnie G. Bunch III é o secretário da instituição e tem promovido a diversificação das exposições, destacando artistas de diversas origens.

A ordem de Trump critica a Smithsonian por, segundo ele, apresentar uma versão da história que acentua divisões sociais e gera um sentimento de vergonha nacional. Ele menciona especificamente a exposição “The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture” como um exemplo de narrativa que considera prejudicial. Apesar da ordem, algumas exposições, como a mencionada, continuam em exibição, e a administração da Smithsonian reafirma seu compromisso com a imparcialidade.

A reação à ordem executiva tem sido negativa, com a Associação Americana de Historiadores defendendo a importância da Smithsonian na representação de momentos significativos da história americana. Especialistas alertam que essa intervenção política pode comprometer a forma como a história da arte nos Estados Unidos é contada e interpretada, levantando questões sobre a liberdade acadêmica e a diversidade cultural nas instituições.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva em março de 2025, visando a Smithsonian Institution, uma rede de museus que inclui algumas das instituições mais visitadas do país. A ordem, que busca combater o que Trump classifica como “ideologia anti-americana”, gerou preocupações significativas no mundo da arte, levando a Smithsonian a desmantelar seus escritórios de diversidade. Historiadores e especialistas criticaram amplamente essa ação, considerando-a uma ameaça à narrativa histórica e cultural.

A Smithsonian Institution é composta por vinte e uma instituições, incluindo museus de arte e história, além de centros de pesquisa e o Zoológico Nacional. Embora receba financiamento federal, não é controlada diretamente pelo governo, sendo administrada por um Conselho de Regentes que inclui figuras como o Vice-Presidente e o Chefe da Justiça dos Estados Unidos. Desde 2019, Lonnie G. Bunch III é o secretário da instituição e tem promovido a diversificação das exposições, destacando artistas de diversas origens.

A ordem de Trump critica a Smithsonian por, segundo ele, apresentar uma versão da história que acentua divisões sociais e gera um sentimento de vergonha nacional. Ele menciona especificamente a exposição “The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture” como um exemplo de narrativa que considera prejudicial. Apesar da ordem, algumas exposições, como a mencionada, continuam em exibição, e a administração da Smithsonian reafirma seu compromisso com a imparcialidade.

A reação à ordem executiva tem sido negativa, com a Associação Americana de Historiadores defendendo a importância da Smithsonian na representação de momentos significativos da história americana. Especialistas alertam que essa intervenção política pode comprometer a forma como a história da arte nos Estados Unidos é contada e interpretada, levantando questões sobre a liberdade acadêmica e a diversidade cultural nas instituições.

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