Um jovem palestino-brasileiro morreu em uma prisão israelense, apresentando sinais de desnutrição e sarna. A autópsia, realizada por um médico independente, sugere que a causa da morte foi inanição. A família não recebeu o corpo para sepultamento e o governo brasileiro pediu uma investigação sobre o caso.
O jovem foi detido em setembro de 2024, acusado de lançar pedras contra soldados israelenses. Durante a prisão, ele informou à família que não estava recebendo comida suficiente. Ele desmaiou em 22 de março e foi declarado morto em uma unidade médica da prisão. A família, residente em Silwad, na Cisjordânia, expressou indignação pela recusa das autoridades israelenses em entregar o corpo.
A morte do jovem se soma a outros 22 prisioneiros palestinos que faleceram em custódia israelense desde o início do conflito em outubro de 2023. A organização Physicians for Human Rights Israel denunciou que a situação reflete um tratamento desumano nas prisões, onde os direitos dos prisioneiros não são respeitados.
O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, reiterou a necessidade de uma investigação rápida e transparente sobre as circunstâncias da morte. A família continua buscando a liberação do corpo para o sepultamento, enfrentando restrições impostas pelas autoridades israelenses em sua localidade.
Um palestino-brasileiro de 17 anos, identificado como Walid Ahmed, morreu em uma prisão israelense, apresentando sinais de desnutrição e sarna. A autópsia, realizada por um médico independente, indicou que a causa da morte pode ter sido a inanição. A família não recebeu o corpo para sepultamento, e o governo brasileiro solicitou uma investigação independente sobre o caso.
Walid foi detido em setembro de 2024, acusado de lançar pedras contra soldados israelenses. Durante sua prisão, ele relatou à família que não estava recebendo comida suficiente. O jovem desmaiou em 22 de março e foi declarado morto em uma unidade médica da prisão. A família, que reside em Silwad, na Cisjordânia, expressou sua dor e indignação pela recusa das autoridades israelenses em entregar o corpo.
A morte de Walid se soma a uma lista de outros 22 prisioneiros palestinos que faleceram em custódia israelense desde o início do conflito em outubro de 2023. A organização Physicians for Human Rights Israel denunciou que a situação reflete uma política de tratamento desumano nas prisões, onde os direitos dos prisioneiros não são respeitados.
O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, reiterou a necessidade de uma investigação rápida e transparente sobre as circunstâncias da morte de Walid. A família continua buscando a liberação do corpo para realizar o sepultamento, enfrentando restrições impostas pelas autoridades israelenses em sua localidade.
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