O governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval. Essa ação faz parte de uma política para eliminar conteúdos sobre diversidade, equidade e inclusão, incluindo temas como feminismo, racismo e o Holocausto. A decisão foi tomada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, que é um defensor dessa abordagem nas Forças Armadas.
Entre os livros removidos estão títulos importantes, como “Lembrando o Holocausto” e “Perseguindo Trayvon Martin”. A lista de livros banidos foi divulgada pela Marinha e é parte de um esforço maior para eliminar o que é considerado conteúdo “ideológico” em instituições federais, incluindo escolas. A seleção dos livros foi feita através de buscas por palavras-chave no catálogo da biblioteca.
Embora um decreto de Trump tenha proibido conteúdos sobre diversidade em escolas públicas, o Pentágono decidiu aplicar essas regras também nas academias militares. A remoção dos livros ocorreu pouco antes da visita de Hegseth à Academia Naval, mas o governo afirma que não há ligação entre os dois eventos. Um funcionário anônimo informou que a academia foi instruída a revisar os livros na semana anterior à divulgação.
Essa medida gerou críticas de políticos e defensores da liberdade acadêmica, que acusam o governo de censura e distorção da história. Funcionários do Departamento de Defesa expressaram preocupação com a exclusão de conteúdos que podem afetar a formação dos cadetes. Apesar das críticas, o Departamento de Defesa reafirmou seu compromisso em seguir as diretrizes do presidente.
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval como parte de uma política de “limpeza ideológica”. Essa ação visa eliminar conteúdos sobre diversidade, equidade e inclusão, abrangendo obras sobre feminismo, racismo, identidade de gênero e o Holocausto. A ordem foi emitida pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, que é um dos principais defensores dessa política nas Forças Armadas.
Entre os livros removidos estão títulos significativos como “Lembrando o Holocausto”, “Meio americano” e “Perseguindo Trayvon Martin”. A lista foi divulgada pela Marinha e faz parte de uma iniciativa mais ampla para eliminar conteúdos considerados “ideológicos” em instituições federais, incluindo escolas e programas educacionais. A triagem dos livros foi realizada por meio de buscas por palavras-chave no catálogo da biblioteca Nimitz.
Embora um decreto de Trump tenha vetado conteúdos sobre diversidade em escolas públicas, o Pentágono decidiu aplicar essas diretrizes também nas academias militares. A remoção dos livros ocorreu poucos dias antes da visita de Hegseth à Academia Naval, embora o governo negue que as duas ações estejam conectadas. Um oficial anônimo revelou que a academia foi orientada a conduzir a revisão na semana anterior à divulgação.
A medida gerou críticas de parlamentares e defensores da liberdade acadêmica, que denunciam censura e distorção histórica. Servidores do Departamento de Defesa expressaram preocupação com a exclusão de conteúdos que podem impactar a formação dos cadetes. Apesar das críticas, o Departamento de Defesa reafirmou seu compromisso em implementar as diretrizes do presidente.
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