Um relatório da Anistia Internacional, divulgado em 8 de abril de 2024, mostra que o número de execuções no mundo chegou a 1.518, o maior em quase dez anos. Esse número representa um aumento de 32% em relação ao ano anterior, com Irã, Iraque e Arábia Saudita responsáveis por 91% das mortes. O Irã sozinho teve 972 execuções, ou seja, 64% do total.
A Arábia Saudita viu suas execuções aumentarem de 172 para 345, enquanto o Iraque passou de 16 para 63. A Anistia não incluiu dados da China, que é conhecida por executar muitas pessoas, devido à falta de informações. A secretária-geral da Anistia, Agnès Callamard, chamou a pena de morte de prática horrível e disse que regimes autoritários a usam para calar vozes dissidentes.
Nos Estados Unidos, 25 execuções foram registradas em 2024, uma a mais que no ano anterior. A Anistia também destacou que mais de 40% das execuções estão ligadas a crimes relacionados a drogas, o que vai contra tratados internacionais que limitam a pena de morte a crimes mais graves. Países como Maldivas, Nigéria e Tonga estão pensando em reintroduzir a pena de morte para esses crimes.
Apesar do aumento nas execuções, apenas 15 países realizaram execuções em 2024, o menor número já registrado. Além disso, 145 países já aboliram a pena de morte ou não a aplicam, mostrando um pequeno avanço em relação ao uso dessa prática no mundo.
O relatório da Anistia Internacional, divulgado em 8 de abril de 2024, revela que o número de execuções no mundo atingiu 1.518, o maior índice em quase uma década. Este total representa um aumento de 32% em relação ao ano anterior, com Irã, Iraque e Arábia Saudita responsáveis por 91% das mortes. O Irã, sozinho, contabilizou 972 execuções, correspondendo a 64% do total.
A Arábia Saudita registrou um aumento significativo, passando de 172 para 345 execuções, enquanto o Iraque viu suas mortes saltarem de 16 para 63. A Anistia Internacional destaca que a China, que historicamente realiza o maior número de execuções, não teve dados incluídos no relatório devido à falta de transparência. A secretária-geral da Anistia, Agnès Callamard, classificou a pena de morte como uma prática “abominável” e alertou que regimes autoritários a utilizam para silenciar dissidentes.
Nos Estados Unidos, 25 execuções foram registradas em 2024, uma a mais que no ano anterior. A Anistia também aponta que mais de 40% das execuções globais estão ligadas a crimes relacionados a drogas, desafiando tratados internacionais que limitam a pena de morte a crimes mais graves. Países como Maldivas, Nigéria e Tonga estão considerando reintroduzir a pena capital para esses delitos.
Apesar do aumento nas execuções, o relatório indica que apenas 15 países realizaram execuções em 2024, o menor número já registrado. Além disso, 145 países aboliram a pena de morte ou não a aplicam, mostrando um progresso, embora tímido, em relação à prática global da pena capital.
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