A Câmara Municipal de Olinda decidiu dar o título de cidadão olindense ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A votação aconteceu em meio a protestos e teve 14 votos a favor e um contra, da vereadora Eugênia Lima. O projeto foi apresentado pelo vereador Alessandro Sarmento apenas quatro dias antes da votação. O título foi concedido “pelos relevantes serviços prestados ao município”, mas não foram mencionados quais seriam esses serviços. Durante seu mandato, Bolsonaro não visitou Olinda, embora tenha participado de um evento de campanha na cidade em 2022. Naquele ano, ele recebeu 41,18% dos votos válidos no segundo turno das eleições, enquanto Lula teve 58,82%. A aprovação gerou reações negativas entre a população, refletindo a divisão política no Brasil. A votação foi marcada por um clima tenso, com manifestantes contrários à homenagem.
A Câmara Municipal de Olinda aprovou, nesta terça-feira, a concessão do título de cidadão olindense ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A votação ocorreu sob protestos de manifestantes e resultou em quatorze votos a favor e um contra, da vereadora Eugênia Lima (PT). O projeto, de autoria do vereador Alessandro Sarmento (PL), foi apresentado apenas quatro dias antes da aprovação.
A proposta destaca a concessão do título “pelos relevantes serviços prestados ao município”, mas não especifica quais seriam esses serviços. Durante seu mandato, Bolsonaro não visitou Olinda, embora tenha participado de um ato de campanha na cidade em 2022. Naquele ano, ele obteve 41,18% dos votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 58,82%.
Os vereadores que apoiaram a proposta incluem membros de diversos partidos, como PSD, MDB e Avante. A aprovação do título gerou reações adversas entre a população local, refletindo a polarização política que caracteriza o cenário atual do Brasil. A votação foi marcada por um clima tenso, com a presença de manifestantes contrários à honraria.
A concessão de títulos honorários, como o de cidadão olindense, é uma prática comum nas câmaras municipais, mas a decisão em relação a Bolsonaro levanta questionamentos sobre a relevância e os critérios utilizados para tais homenagens.
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