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Conselho de Ética da Câmara debate cassação de Glauber Braga em meio a tumultos e protestos

Reunião tumultuada do Conselho de Ética debate cassação de Glauber Braga, com apoio popular e embates entre deputados. Acompanhe os detalhes.

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A reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que aconteceu no dia 9, teve como objetivo discutir a possível cassação do deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro. Ele é acusado de agredir um militante do Movimento Brasil Livre em abril de 2024. A sessão começou antes do meio-dia e foi marcada por confusões e tentativas de adiamento por parte de aliados de Glauber.

Durante a reunião, muitos apoiadores, incluindo o ator Marco Nanini, protestaram contra a recomendação do relator Paulo Magalhães, do PSD da Bahia. A sala estava cheia, e os deputados criticaram a escolha do local e a falta de ar-condicionado. O presidente do Conselho, Leur Lomanto Júnior, do União da Bahia, não aceitou os pedidos para suspender a reunião.

A defesa de Glauber, representada pelo advogado André Maimoni, pediu que o relator fosse considerado suspeito. Do lado de fora, militantes que não conseguiram entrar também protestaram, gritando “Glauber fica”. A tensão aumentou com discussões entre deputados, como Kim Kataguiri e Guilherme Boulos, que trocaram acusações sobre ética e moralidade.

A situação na reunião refletiu a divisão entre os parlamentares, com apoio e críticas intensas à conduta de Glauber Braga, enquanto o Conselho de Ética se prepara para decidir sobre seu futuro no cargo.

A reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, realizada nesta quarta-feira (9), teve como foco a análise do parecer que sugere a cassação do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). O parlamentar é acusado de quebrar o decoro ao agredir um militante do Movimento Brasil Livre (MBL) em abril de 2024. A sessão, marcada por tumultos e tentativas de adiamento, começou antes do meio-dia e foi repleta de manobras de aliados de Glauber para atrasar a votação.

Durante a reunião, apoiadores de Glauber, incluindo o ator Marco Nanini, se manifestaram contra a recomendação do relator Paulo Magalhães (PSD-BA). A lotação do espaço gerou críticas à condução da sessão, com parlamentares questionando a escolha da sala e as condições do ar-condicionado. O presidente do Conselho, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), rejeitou os pedidos de suspensão e a maioria das questões levantadas pela defesa de Glauber.

A defesa, representada pelo advogado André Maimoni, apresentou um pedido de suspeição do relator. Enquanto isso, do lado de fora, militantes que não conseguiram entrar na sala também protestaram, gritando “Glauber fica”. A tensão aumentou com embates verbais entre deputados, como Kim Kataguiri (União-SP) e Guilherme Boulos (PSOL-SP), que trocaram acusações sobre moralidade pública e condutas éticas.

A reunião foi marcada por um clima de polarização, com manifestações tanto dentro quanto fora do plenário. A situação reflete a divisão entre os parlamentares, com apoio e críticas intensas à conduta de Glauber Braga, enquanto o Conselho de Ética se prepara para decidir sobre a continuidade de seu mandato.

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