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Cuiabá enfrenta alagamentos e prefeito responsabiliza população por lixo nas ruas

Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, atribui alagamentos à falta de cuidado da população com lixo e rejeita instalação de lixeiras.

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, disse que os alagamentos na cidade foram causados pelo lixo jogado nas ruas pela população. Em um vídeo, ele comentou que não adianta culpar a prefeitura se as pessoas não ajudarem. Durante a forte chuva, a Defesa Civil teve mais de setenta chamadas para atender. Brunini também criticou a ideia de canalizar córregos, afirmando que isso não resolve o problema, pois a natureza controla o fluxo da água. Após a tempestade, foram encontrados objetos como placas de carro e colchões nas ruas. O Corpo de Bombeiros atendeu quarenta ocorrências, incluindo quedas de árvores e inundações. O prefeito ainda responsabilizou a gestão anterior e se opôs à instalação de lixeiras, defendendo que a educação ambiental é mais importante. Ele acredita que colocar lixeiras poderia fazer o lixo se acumular em alguns lugares. A previsão era de chuvas leves, mas a cidade enfrentou um forte temporal que durou cerca de uma hora, causando dificuldades para os moradores.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, atribuiu os alagamentos recentes na cidade ao descarte inadequado de lixo pela população. Em um vídeo no Instagram, ele afirmou que “o grande problema ainda é uma parcela da população que deixa o lixo na rua” e ressaltou que não adianta culpar a administração se os cidadãos não colaborarem. Durante a forte chuva, a Defesa Civil registrou mais de setenta ocorrências.

Brunini também criticou a ideia de canalizar córregos, afirmando que isso não resolve o problema, pois a natureza determina o fluxo da água. Após a tempestade, foram encontrados diversos objetos, como placas de carro e colchões, durante a limpeza das ruas. O Corpo de Bombeiros atendeu a quarenta ocorrências, incluindo quedas de árvores e inundações em vários bairros.

O prefeito responsabilizou a gestão anterior pelas consequências dos alagamentos e rejeitou a instalação de lixeiras na cidade. Segundo ele, “a cidade não é para ter lixeira”, defendendo que a educação ambiental deve ser priorizada. Ele argumentou que a instalação de lixeiras poderia resultar em acúmulo de lixo em determinados locais.

A previsão inicial era de chuvas moderadas, mas a cidade foi surpreendida por um forte temporal que durou cerca de uma hora. A situação gerou preocupação entre os moradores, que enfrentaram dificuldades devido aos alagamentos e quedas de árvores nas vias públicas.

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