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Glauber Braga inicia greve de fome em protesto contra processo de cassação de mandato

Glauber Braga inicia greve de fome em protesto contra relatório que recomenda sua cassação, acusando interferência de Arthur Lira no processo.

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O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, decidiu fazer uma greve de fome para protestar contra um relatório que sugere a cassação de seu mandato. Ele afirma que não vai se deixar vencer por Arthur Lira, ex-presidente da Câmara. O relatório ainda não foi votado, e Braga planeja ficar no Congresso até que o processo termine.

O relator do caso, Paulo Magalhães, do PSD da Bahia, argumenta que Braga abusou de seu cargo ao expulsar um militante do Movimento Brasil Livre da Câmara. Essa expulsão, que ocorreu em abril de 2024, é a base da acusação de quebra de decoro. Braga diz que está sendo perseguido por Lira e que o relatório foi feito em troca de apoio político.

Durante a sessão, houve confusão e tentativas de encerrar as discussões antes da votação. A líder do PSOL, Taliria Petrone, tentou contatar o presidente da Câmara, mas não conseguiu. Para que a cassação aconteça, são necessários pelo menos 257 votos no plenário. Braga ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça antes que o caso vá para votação.

Braga também criticou a interferência política de Lira, afirmando que sua luta é contra a compra de apoio político. O caso dele é um dos poucos que avançam no Conselho de Ética, onde apenas oito deputados foram cassados desde 2002. O incidente com o militante do MBL gerou apoio a Braga durante a sessão.

O deputado federal Glauber Braga, do PSOL-RJ, anunciou uma greve de fome em protesto contra o relatório que recomenda sua cassação por quebra de decoro parlamentar. Ele afirmou: “Não vou ser derrotado pelo Arthur Lira e pelo orçamento secreto”. A votação do relatório ainda não ocorreu, e Braga pretende permanecer no Congresso até a decisão final do processo.

O relator Paulo Magalhães, do PSD-BA, defendeu a perda de mandato de Braga, alegando que ele abusou das prerrogativas do cargo ao expulsar um militante do Movimento Brasil Livre (MBL) da Câmara. A acusação de quebra de decoro se baseia em um incidente ocorrido em abril de 2024, quando Braga agrediu o militante. O deputado alega que está sendo perseguido por Lira, ex-presidente da Câmara, e que o relatório foi elaborado em troca de apoio político.

Durante a sessão, houve tumulto e tentativas de encerrar as discussões antes da votação. A líder do PSOL, Taliria Petrone, tentou contatar o presidente da Câmara, mas não obteve resposta. A cassação requer maioria absoluta, ou seja, pelo menos 257 votos favoráveis no plenário. Braga ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes que o caso seja analisado pelo plenário.

Braga, que já se manifestou contra a interferência política de Lira, destacou que sua luta é contra a “compra de apoio político”. O caso de Braga é um dos poucos que avançam no Conselho de Ética, onde apenas oito deputados foram cassados desde a criação do órgão em 2002. O incidente envolvendo o militante do MBL gerou repercussão e mobilização de apoiadores de Braga durante a sessão.

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