Na 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, que aconteceu em Tegucigalpa, Honduras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele pediu mais união e integração econômica entre os países da América Latina. Lula destacou que a autonomia dos países da região está ameaçada e falou sobre a deportação de imigrantes, mencionando casos de brasileiros que foram algemados durante expulsões dos EUA.
O presidente também comentou sobre a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, afirmando que esse tipo de conflito não traz vencedores. Ele enfatizou a importância de os países latino-americanos se unirem para evitar uma nova divisão global. Além disso, Lula defendeu que uma mulher seja eleita para liderar a Organização das Nações Unidas, sugerindo que a Celac poderia ajudar a restaurar a credibilidade da ONU. A cúpula reúne representantes de 33 países da América Latina e Caribe, que juntos somam cerca de 670 milhões de pessoas. Após o evento, Lula retornará ao Brasil.
Na abertura da 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Tegucigalpa, Honduras, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e solicitou uma maior integração econômica entre os países da região. Lula destacou que a autonomia dos países latino-americanos está ameaçada, mencionando tentativas de restaurar antigas hegemonias. Ele também condenou a criminalização e deportação degradante de imigrantes, referindo-se a brasileiros que foram algemados em aviões durante expulsões dos Estados Unidos.
O presidente brasileiro abordou a guerra tarifária iniciada por Trump, que afeta diversas nações, incluindo o Brasil. Em meio a um clima de tensão econômica entre os Estados Unidos e a China, Lula descreveu essa disputa como uma “guerra comercial”, ressaltando que a história demonstra que conflitos desse tipo não geram vencedores. Ele enfatizou a necessidade de união entre os países latino-americanos para evitar uma nova divisão global em superpotências.
Lula também defendeu a eleição de uma mulher para liderar a Organização das Nações Unidas (ONU), afirmando que a Celac pode ajudar a restaurar a credibilidade da entidade ao eleger a primeira mulher secretária-geral. A cúpula, que reúne representantes de trinta e três países da América Latina e Caribe, representa cerca de 670 milhões de pessoas.
Após sua participação no evento, Lula retornará ao Brasil, com previsão de chegada a Brasília na madrugada do dia dez de abril.
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