O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse que a direita vai se unir para as eleições de 2026 e que quem acha que isso não vai acontecer está enganado. Ele falou isso durante um evento em que estavam presentes seis governadores, mostrando que todos estão juntos. Tarcísio afirmou que não há interesse em ser o principal candidato e que sua meta é se reeleger. Ele também acredita que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que não pode se candidatar até 2030, ainda terá um papel importante nas decisões sobre a eleição. Outros governadores, como Ronaldo Caiado, já estão se preparando para a corrida presidencial, o que pode dividir os votos da direita.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou que a direita se unirá para as eleições de 2026, desmentindo a ideia de fragmentação entre os grupos. Durante um ato bolsonarista, ele destacou a presença de seis governadores, afirmando que todos estão alinhados. “Quem aposta muito em fragmentação da direita, acho que está apostando errado”, afirmou Tarcísio em entrevista à revista Oeste.
Os governadores que participaram do evento incluem Ratinho Júnior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás), Jorginho Mello (Santa Catarina), Wilson Lima (Amazonas), Mauro Mendes (Mato Grosso) e Romeu Zema (Minas Gerais). Tarcísio enfatizou que “nós tivemos um recado claro, está todo mundo junto”, e que não há interesse em ser protagonista no processo eleitoral.
Além disso, Tarcísio reafirmou que não será candidato à presidência e que sua intenção é buscar a reeleição. Ele expressou confiança na “capacidade de reabilitação” do ex-presidente Jair Bolsonaro, que permanece inelegível até 2030. Tarcísio ressaltou que a configuração da eleição dependerá das decisões de Bolsonaro.
Outros governadores também são cogitados para a presidência, como Caiado, que lançou sua pré-candidatura recentemente. A possibilidade de múltiplas candidaturas pode, de fato, levar à fragmentação da direita, um cenário que Tarcísio parece querer evitar.
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