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Adolescente é apreendido como principal suspeito de feminicídio de estudante brasileira na Bolívia

Estudante de medicina é encontrada morta na Bolívia; família pede justiça e repatriação do corpo após apreensão de suspeito.

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Jenife do Socorro de Almeida da Silva, uma estudante de medicina de 36 anos, foi encontrada morta em seu apartamento na Bolívia. Um adolescente de 16 anos é o principal suspeito do crime e foi apreendido pelas autoridades. Ele conheceu Jenife em uma praça após uma missa e mentiu sobre sua idade, dizendo que tinha mais de 20 anos. O corpo de Jenife foi encontrado com sinais de estrangulamento, violência sexual e ferimentos por faca. A família dela, que tem dois filhos e mora no Brasil, fez uma manifestação pedindo justiça e a repatriação do corpo. Durante o protesto, o filho de Jenife falou sobre sua dor e gratidão, enquanto a filha pediu que mais mulheres não passem por isso. O suspeito confirmou ter se encontrado com Jenife, mas negou ter cometido o crime. A manifestação, organizada pela vice-prefeita de Santana, reuniu muitas pessoas que exigem respostas das autoridades. A família aguarda a liberação do corpo para o sepultamento no Amapá.

O principal suspeito do feminicídio da estudante de medicina Jenife do Socorro de Almeida da Silva, de 36 anos, na Bolívia, é um adolescente de 16 anos. Ele foi apreendido pelas autoridades bolivianas após mentir sobre sua idade ao conhecer a vítima em uma praça, após uma missa em Santa Cruz de la Sierra, no dia 30 de março. Jenife foi encontrada morta em seu apartamento, onde morava sozinha, após a proprietária estranhar seu desaparecimento.

O corpo da estudante apresentava sinais de estrangulamento, violência sexual e ferimentos por faca. A família de Jenife, que tinha dois filhos e mantinha contato frequente com parentes no Brasil, organizou uma manifestação pedindo justiça e a repatriação do corpo. Durante o protesto, o filho da vítima expressou sua dor e gratidão, afirmando que a manifestação era uma forma de homenagear sua mãe.

O adolescente confirmou ter se encontrado com Jenife, mas negou a autoria do crime, alegando que ela ainda estava viva quando deixou o apartamento. A manifestação, convocada pela vice-prefeita de Santana, Isabel Nogueira, reuniu dezenas de pessoas em um apelo por respostas das autoridades brasileiras e bolivianas. A família aguarda agilidade no processo de liberação do corpo para o sepultamento no Amapá.

Até o momento, não há previsão para a liberação do corpo de Jenife. A situação gerou comoção e mobilização entre amigos e familiares, que exigem justiça e um tratamento adequado do caso pelas autoridades competentes. O caso destaca a necessidade de ações efetivas contra a violência de gênero e a proteção das mulheres.

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