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Povos indígenas do Brasil apresentam proposta climática na COP30 em Belém

Povos indígenas do Brasil propõem meta climática na COP30 e protestam em Brasília contra o marco temporal, enfrentando repressão policial.

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Os povos indígenas do Brasil apresentaram uma proposta de meta climática, chamada NDC, que busca reduzir as emissões de carbono. Essa ação faz parte das demandas para a COP30, que acontecerá em Belém em novembro. O anúncio foi feito durante o Acampamento Terra Livre, a maior manifestação indígena do país, que começou no dia 7 e vai até o dia 11 de abril.

Durante o evento, foi criada a Comissão Internacional dos Povos Indígenas, em parceria com grupos da Bacia Amazônica, da Austrália e de ilhas do Pacífico, para garantir mais participação dos indígenas na cúpula climática. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destacou a importância da presença indígena. Dinamam Tuxá, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, falou sobre a necessidade de demarcação de terras indígenas e mencionou uma proposta de copresidência indígena na COP30, que foi rejeitada. Após os anúncios, os indígenas marcharam em Brasília para protestar contra a tese do marco temporal, e a polícia usou gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os manifestantes. O evento contou com a presença de autoridades, incluindo as ministras Sônia Guajajara e Marina Silva.

Os povos indígenas do Brasil apresentaram, no dia dez de abril, uma proposta de meta climática, conhecida como NDC (contribuição nacionalmente determinada), que visa a redução das emissões de carbono. Essa iniciativa é parte das demandas do movimento indígena para a COP30, que ocorrerá em Belém em novembro. O anúncio foi feito durante o ATL (Acampamento Terra Livre), a maior manifestação indígena do país, que começou no dia sete e se estenderá até o dia onze.

Durante o evento, foi lançada a Comissão Internacional dos Povos Indígenas, em parceria com organizações da Bacia Amazônica, da Austrália e de ilhas do Pacífico. O objetivo é assegurar maior participação dos povos originários na cúpula climática. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destacou a importância da presença indígena, afirmando que “vocês nos inspiram e inspiram o mundo”.

Dinamam Tuxá, coordenador da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), enfatizou a necessidade de demarcação de terras indígenas como estratégia de conservação. Ele também mencionou a proposta de uma copresidência indígena na COP30, que foi rejeitada pela organização do evento. Essa proposta foi discutida pelo G9, um grupo de povos originários de nove países da Amazônia.

Após os lançamentos, os indígenas marcharam em Brasília em direção ao Congresso, onde protestaram contra a tese do marco temporal. A manifestação foi reprimida pela polícia, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os participantes. O evento contou com a presença de diversas autoridades, incluindo as ministras Sônia Guajajara e Marina Silva.

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