Neste domingo, Emily de Souza Braz se tornou a primeira mulher a ser piloto de helicóptero do Exército brasileiro, um feito inédito em 39 anos de Aviação do Exército. Natural de Sant’Ana do Livramento, no Rio Grande do Sul, ela ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras sem saber que a aviação militar existia, mas se interessou pela área após uma missão em 2020. O comandante do Exército, general Tomás Paiva, anunciou que a participação feminina nas forças armadas aumentou de 8% para 12%, e com a formação de Emily, mais treze pilotos de combate também se graduaram. O Exército planeja incluir mais mulheres, com a expectativa de ter uma tripulação feminina em breve. Emily deseja pilotar na selva e se especializar, e afirma que a formação é igual para homens e mulheres, encorajando outras mulheres a não desistirem, pois são competentes e capazes.
Neste domingo (13), Emily de Souza Braz se torna a primeira mulher piloto de helicóptero do Exército brasileiro, um marco histórico em 39 anos de Aviação do Exército. A tenente, que completou sua formação em Taubaté (SP), é a única mulher a obter essa qualificação até o momento.
Filha de um sargento e natural de Sant’Ana do Livramento (RS), Emily ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) sem saber que a aviação militar existia. Seu interesse pela área surgiu durante uma missão em 2020, quando um piloto a incentivou a seguir essa carreira.
O comandante do Exército, general Tomás Paiva, destacou que a participação feminina nas forças armadas aumentou de 8% para 12%. Com a formação de Emily, outros treze pilotos de combate também se graduaram. O Exército planeja incluir mais mulheres, com a expectativa de ter uma tripulação feminina em breve.
Emily, que deseja pilotar na selva e se especializar, afirmou que a formação é igual para homens e mulheres e que sua turma foi unida. Ela encoraja outras mulheres a não desistirem, afirmando que são competentes e capazes de contribuir no Exército.
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