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Policial militar é solto após arremessar jovem de ponte em São Paulo

Policial que arremessou jovem de ponte em SP é solto após decisão judicial. Caso levanta suspeitas de esquema com seguradoras e gera indiciamentos.

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O policial militar Luan Felipe Alves Pereira, que foi preso por jogar um jovem de 25 anos de uma ponte em São Paulo, foi solto pela Justiça. A decisão foi tomada pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que considerou a prisão preventiva como uma “antecipação da pena”. Agora, Luan responderá ao processo em liberdade. O incidente aconteceu em dezembro do ano passado, na Vila Clara, e foi filmado. Ele estava detido no Presídio Militar Romão Gomes desde 5 de dezembro e foi indiciado por tentativa de homicídio no dia 7 de abril, mas optou por não falar durante o interrogatório.

Além de Luan, outros seis policiais também foram indiciados por tentativa de homicídio e outros crimes. O jovem, Marcelo Amaral, que foi arremessado, contou que estava passando perto de um baile funk quando foi perseguido pelos policiais. Após ser jogado, ele conseguiu se salvar com a ajuda de pessoas em situação de rua. Uma decisão de um juiz levantou suspeitas sobre um possível esquema envolvendo seguradoras, sugerindo que a abordagem ao jovem poderia estar ligada a essa atividade. O inquérito da Polícia Civil deve ser finalizado em breve e enviado ao Tribunal do Júri.

O policial militar Luan Felipe Alves Pereira, acusado de arremessar um jovem de 25 anos de uma ponte em São Paulo, foi solto pela Justiça nesta quinta-feira, dia 10. A decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo considerou a prisão preventiva como uma “antecipação da pena”. A partir de agora, Pereira responderá ao processo em liberdade.

O incidente ocorreu em dezembro do ano passado, na Vila Clara, Zona Sul de São Paulo, e foi registrado em vídeo. Pereira estava detido no Presídio Militar Romão Gomes desde 5 de dezembro. A Polícia Civil indiciou o policial por tentativa de homicídio no dia 7 de abril. Durante o interrogatório, ele optou por não se manifestar, afirmando que falaria apenas em juízo.

Além de Luan, outros seis policiais militares também foram indiciados pela Corregedoria da PM por tentativa de homicídio e outros crimes. O inquérito policial militar já foi concluído e enviado à Justiça Militar. O jovem Marcelo Amaral, a vítima, relatou que foi perseguido por agentes enquanto passava próximo a um baile funk em Diadema e que, após ser arremessado, conseguiu se salvar com a ajuda de pessoas em situação de rua.

Uma decisão liminar do juiz Fabrício Alonso de Della Paschoa levantou suspeitas sobre um possível esquema envolvendo seguradoras. O magistrado afirmou que Luan foi acionado por um representante de uma empresa para verificar a presença de veículos roubados na região, e a abordagem ao jovem poderia estar relacionada a essa atividade. O inquérito da Polícia Civil deve ser finalizado em breve e enviado ao Tribunal do Júri, onde o Ministério Público decidirá os próximos passos.

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