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Siria amplia investigação sobre massacre de civis alauítas após ataques sectários devastadores

Governo sírio amplia investigação sobre massacre de alawitas, com mais de mil mortos em ataques sectários, temendo nova onda de violência.

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O governo da Síria decidiu ampliar a investigação sobre o massacre de civis alawitas, que resultou em mais de mil mortes em ataques sectários recentes. A violência começou em 6 de março, quando apoiadores do ex-presidente Bashar Assad emboscaram patrulhas do novo governo, levando a grupos islamitas a realizarem ataques em Latakia e Baniyas. Esses confrontos geraram uma onda de vingança, com execuções e incêndios, forçando milhares de alawitas a deixar suas casas, com cerca de trinta mil buscando abrigo no norte do Líbano. Em 9 de março, o presidente Ahmed al-Sharaa formou um comitê de apuração, que inicialmente tinha trinta dias para apresentar suas conclusões, mas recebeu uma prorrogação de três meses para investigar melhor os eventos. O porta-voz do comitê informou que foram identificados 41 locais de assassinatos, cada um exigindo uma investigação separada. A organização de direitos humanos Amnesty International, em um relatório de 3 de abril, afirmou que pelo menos 32 das mais de 100 pessoas mortas em Baniyas foram alvos de ataques motivados por sectarismo, o que pode ser considerado uma violação de direitos humanos. A organização elogiou a criação do comitê, mas destacou a importância de que ele opere de forma independente e tenha acesso total a locais de sepultamento e testemunhas. Testemunhas relataram que os atacantes eram em sua maioria islamitas sunitas radicais, incluindo combatentes estrangeiros e membros de facções rebeldes, mas muitos também eram sunitas locais, buscando vingança por atrocidades atribuídas aos alawitas. Essa situação mostra as complexas divisões sectárias que ainda existem na Síria, onde tanto alawitas quanto sunitas sofreram sob o regime de Assad.

O governo da Síria anunciou a ampliação da investigação sobre o massacre de civis alawitas, que resultou em mais de mil mortes em recentes ataques sectários. A violência começou em seis de março, quando leais ao ex-presidente Bashar Assad emboscaram patrulhas do novo governo, levando a grupos islamitas a realizarem ataques coordenados em Latakia e Baniyas. Os confrontos resultaram em uma onda de vingança, com execuções e incêndios, forçando milhares de alawitas a deixar suas casas, com cerca de trinta mil buscando abrigo no norte do Líbano.

Em nove de março, o presidente Ahmed al-Sharaa formou um comitê de apuração, que recebeu um prazo inicial de trinta dias para apresentar suas conclusões. Contudo, em um decreto recente, o presidente concedeu uma prorrogação de três meses, não renovável, para que o comitê possa investigar adequadamente os eventos. O porta-voz do comitê, Yasser Farhan, informou que foram identificados quarenta e um locais de assassinatos, cada um requerendo uma investigação separada.

A organização de direitos humanos Amnesty International, em um relatório de três de abril, apontou que pelo menos trinta e dois dos mais de cem mortos em Baniyas foram alvos de ataques motivados por sectarismo, caracterizando uma possível violação de direitos humanos. A organização elogiou a criação do comitê, mas enfatizou a necessidade de que ele opere de forma independente e tenha acesso total a locais de sepultamento e testemunhas.

Testemunhas relataram que os atacantes eram, em sua maioria, islamitas sunitas radicais, incluindo combatentes estrangeiros e membros de facções rebeldes que participaram da ofensiva contra Assad. No entanto, muitos dos atacantes eram também sunitas locais, buscando vingança por atrocidades atribuídas aos alawitas. Essa situação reflete as complexas dinâmicas sectárias que persistem na Síria, onde tanto alawitas quanto sunitas sofreram sob o regime de Assad.

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