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Moraes concede prisão domiciliar a Aildo Francisco Lima, envolvido na invasão ao STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, concedeu prisão domiciliar a Aildo Francisco Lima, preso por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro. Lima, que fez uma live na cadeira de Moraes durante a invasão, deverá usar tornozeleira eletrônica e está proibido de acessar redes sociais ou conceder entrevistas. Ele poderá visitar seu pai internado entre 13 e 14 de abril. A decisão foi tomada após a conclusão da produção de provas no processo, que ainda não foi julgado.

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que Aildo Francisco Lima, preso por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro de 2023, agora cumprirá prisão domiciliar. Aildo estava detido desde 27 de setembro de 2023 e fez uma live na cadeira de Moraes durante a invasão ao STF. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica e não poderá acessar redes sociais ou dar entrevistas. Também está proibido de se comunicar com outros envolvidos nos atos. Moraes autorizou Aildo a visitar seu pai, que está internado em estado grave, entre 13 e 14 de abril. O ministro afirmou que a produção de provas no caso foi concluída, o que torna desnecessária a prisão cautelar. Aildo já está preso há um ano e meio e poderá pedir a remissão de 155 dias de pena se for condenado. Durante a detenção, ele leu três livros e fez cursos profissionalizantes. A decisão de prisão domiciliar busca equilibrar a liberdade de Aildo com a Justiça.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu prisão domiciliar a Aildo Francisco Lima, preso por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Aildo, que estava detido desde 27 de setembro de 2023, fez uma live na cadeira de Moraes durante a invasão ao STF.

A decisão inclui medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de acesso a redes sociais e de conceder entrevistas. O réu também não pode se comunicar com outros envolvidos nos atos golpistas. Moraes autorizou Aildo a visitar seu pai, internado em estado grave, entre 13 e 14 de abril.

O ministro destacou que a produção de provas no processo foi concluída, o que elimina a necessidade de prisão cautelar. Aildo, que já está preso há um ano, seis meses e treze dias, poderá pleitear a remissão de 155 dias de pena em uma eventual condenação.

Durante sua detenção, Aildo leu três livros e participou de cursos profissionalizantes. Ele ainda não foi julgado pelo STF, e a prisão preventiva foi mantida em decisões anteriores. A medida de prisão domiciliar foi considerada uma forma de equilibrar a liberdade de ir e vir com a Justiça penal.

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