O partido de oposição da Tanzânia, CHADEMA, foi desqualificado das eleições que acontecerão em outubro porque não assinou um código de conduta. Essa decisão impede o partido de participar de qualquer eleição até 2030. A situação política se agravou com a prisão do líder do CHADEMA, Tundu Lissu, que foi acusado de traição após pedir reformas eleitorais em um comício. As autoridades afirmam que ele incitou a população a desestabilizar o processo eleitoral, e as acusações podem levar à pena de morte. O governo da presidente Samia Suluhu Hassan está sendo criticado por reprimir opositores, com relatos de abduções e assassinatos de membros da oposição, o que a administração nega. Lissu, que já sobreviveu a uma tentativa de assassinato em 2017, defende que não haverá eleições livres sem mudanças significativas no processo eleitoral. Ele e seu partido ameaçaram boicotar as eleições se suas demandas não forem atendidas.
O partido de oposição da Tanzânia, CHADEMA, foi desqualificado das eleições programadas para outubro. A decisão foi anunciada pelo diretor de eleições da Comissão Nacional Independente de Eleições, Ramadhani Kailima, após o partido não assinar um código de conduta até a data limite. Essa medida impede a participação do CHADEMA em todas as eleições até 2030.
A crise política se intensificou com a acusação de traição contra o líder do CHADEMA, Tundu Lissu, que foi preso após um comício onde pediu reformas eleitorais. As autoridades alegam que Lissu incitou a população a desestabilizar o processo eleitoral. Ele não pôde se manifestar sobre as acusações, que podem resultar em pena de morte.
O governo da presidente Samia Suluhu Hassan enfrenta críticas por uma crescente repressão a opositores, com relatos de abduções e assassinatos de membros da oposição. A administração nega as alegações e iniciou investigações sobre os casos mencionados. O partido no poder, Chama cha Mapinduzi (CCM), afirma respeitar os direitos humanos.
Lissu, que já sobreviveu a uma tentativa de assassinato em 2017, argumenta que não há possibilidade de eleições livres sem reformas significativas no processo eleitoral. Ele e seu partido ameaçaram boicotar as eleições se suas demandas não forem atendidas, destacando a necessidade de mudanças na composição da comissão eleitoral.
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