Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, conseguiu autorização da Justiça para ser transferido da Penitenciária Federal de Brasília para um presídio estadual no Ceará, alegando bom comportamento. No entanto, o Ministério Público de São Paulo contestou essa decisão, citando a periculosidade de Fuminho e o risco de fuga. Os advogados dele argumentaram que ele atende aos requisitos para a progressão de regime, mas o juiz Hélio Narvaez decidiu que ele deve permanecer no sistema federal, destacando que Fuminho é um líder de facção criminosa e representa um alto risco à segurança pública. Fuminho tem um longo histórico criminal, foi preso em 2020 em Moçambique e extraditado para o Brasil, onde é acusado de ser mandante de assassinatos e de ter organizado um cartel na Bolívia. A Justiça já havia transferido Fuminho para a Penitenciária Federal de Brasília devido a preocupações com possíveis retaliações.
Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, conseguiu autorização judicial para ser transferido da Penitenciária Federal de Brasília para um presídio estadual no Ceará. O pedido foi baseado em seu bom comportamento, mas o Ministério Público de São Paulo contestou a decisão, citando periculosidade e risco de fuga.
Os advogados de Fuminho argumentaram que ele cumpre os requisitos da Lei de Execuções Penais para a progressão de regime, incluindo o bom comportamento. A transferência seria para uma unidade de segurança máxima em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. Contudo, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) solicitou a permanência de Fuminho no sistema federal.
O juiz Hélio Narvaez acatou o pedido do Ministério Público, destacando que Fuminho é um integrante ativo e líder de facção criminosa, o que representa um alto risco à segurança pública. Ele é considerado um dos principais aliados de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, no tráfico internacional de drogas.
Fuminho, que tem um histórico criminal desde a década de 1990, foi preso em 2020 em Moçambique e extraditado para o Brasil. Ele é acusado de ser o mandante de assassinatos e de ter organizado um cartel na Bolívia, enviando drogas para a Europa e África. A Justiça já havia transferido Fuminho para a Penitenciária Federal de Brasília devido a temores de retaliações.
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