O ex-policial militar de Minas Gerais, Marco Alexandre Machado Araújo, foi solto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após estar preso desde abril de 2023 por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele agora cumprirá prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e não pode usar redes sociais, falar com outros investigados ou dar entrevistas sem autorização do STF. A defesa argumentou que ele não representa mais risco ao processo, que está em fase final. Marco Alexandre é réu por vários crimes, incluindo associação criminosa armada e tentativa de derrubar o Estado Democrático de Direito. Sua defesa afirma que ele não participou da depredação e o chamou de “mais um alienado”. O julgamento ainda não tem data marcada, e ele possui uma ficha criminal extensa, com seis processos, dos quais quatro foram arquivados sem punição. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável e ameaça, mas foi inocentado em um caso de ameaça por falta de testemunhas. Como não foi condenado, é considerado réu primário.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu soltar o ex-PM de Minas Gerais, Marco Alexandre Machado Araújo, que estava preso desde abril de 2023 por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro. A soltura ocorreu após a defesa argumentar que ele não representa mais risco ao processo, que está em fase final.
Marco Alexandre cumprirá prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e está proibido de usar redes sociais, manter contato com outros investigados e conceder entrevistas sem autorização do STF. Ele é réu por diversos crimes, incluindo associação criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
A defesa de Marco Alexandre alega que ele não participou da depredação durante os protestos e o classificou como “mais um alienado”. O processo contra ele já teve as alegações finais apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela defesa, mas ainda não há data para o julgamento.
O ex-PM possui uma extensa ficha criminal, com seis processos, sendo que quatro foram arquivados sem punição. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável e ameaça, mas foi inocentado em um caso de ameaça, pois as vítimas não compareceram para depor. Marco Alexandre é considerado réu primário, pois não foi condenado em nenhum processo até o momento.
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