O artista Mahmoud Alhaj comentou que gostava do Google Earth por suas imagens antigas de Gaza, que mostravam a região antes da destruição. Recentemente, o Google atualizou as imagens da Franja de Gaza, mostrando a devastação causada pelo conflito, com registros do norte da área datados de outubro e novembro de 2023. Uma pesquisa revelou que fornecedores de imagens restringiram atualizações após uma análise sobre tanques israelenses. Apesar disso, jornalistas e organizações de direitos humanos têm usado imagens antigas para documentar os danos, incluindo bombardeios e destruição de infraestruturas. Um dos destaques é uma estrela de David de cerca de 40 metros formada por um tanque em terras agrícolas. O Google Maps tem sido criticado por não incluir áreas palestinas não reconhecidas e por favorecer rotas para israelenses, ignorando as restrições enfrentadas pelos palestinos. Desde 2020, a qualidade das imagens de Israel melhorou, mas as de Gaza ainda são limitadas. Mesmo com as atualizações, o Google Maps continua a informar sobre horários de estabelecimentos em Gaza, frequentemente com a nota de “Cerrado temporariamente”, levantando questões sobre a responsabilidade das plataformas digitais em conflitos armados e violações de direitos humanos.
O artista gazatí Mahmoud Alhaj comentou em entrevista que gostava do Google Earth por suas imagens desatualizadas, que mostravam a Gaza anterior à destruição. Contudo, recentemente, o Google atualizou as imagens da Franja de Gaza, revelando a devastação causada pelo conflito. As novas imagens, disponíveis ao público, mostram a destruição no norte da região, datadas de outubro e novembro de dois mil e vinte e três.
Uma investigação da Semafor revelou que os principais fornecedores de imagens satelitais restringiram atualizações após uma análise do The New York Times sobre posições de tanques israelenses. Apesar disso, organizações de direitos humanos e jornalistas têm utilizado imagens desatualizadas para documentar os danos, incluindo bombardeios e destruição de infraestruturas. Entre os elementos mais notáveis, destaca-se uma estrela de David de aproximadamente 40 metros, formada por um tanque em terras agrícolas.
Google Maps tem sido criticado por sua representação do conflito israelense-palestino, com a associação palestina de direitos digitais 7amleh apontando que a plataforma não inclui áreas palestinas não reconhecidas por Israel. Além disso, a aplicação favorece rotas para israelenses, ignorando as restrições de movimento dos palestinos. Desde dois mil e vinte, a qualidade das imagens de Israel melhorou, mas ainda assim, as imagens de Gaza permanecem limitadas.
Apesar das atualizações, Google Maps continua a informar sobre horários de estabelecimentos em Gaza, frequentemente com a nota de “Cerrado temporariamente”. Essa situação levanta questões sobre a representação e a responsabilidade das plataformas digitais em conflitos armados, especialmente em relação a violações de direitos humanos.
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