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Impostor viveu 45 anos como juiz em São Paulo sob identidade falsa de nobre britânico

Juiz aposentado viveu 45 anos com identidade falsa de nobre britânico. Fraude foi descoberta após solicitação de duplicado de identidade.

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José Eduardo Franco dos Reis, um juiz aposentado de São Paulo, viveu por 45 anos com a falsa identidade de Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield. A fraude foi descoberta quando ele pediu um duplicado de identidade e as impressões digitais mostraram que pertenciam a duas pessoas diferentes. Ele se apresentava como um nobre britânico e mantinha hábitos excêntricos, como tomar chá às cinco horas da tarde. O Ministério Público de São Paulo o denunciou por usar documentos falsos, mas o caso ainda não foi julgado. Reis criou essa identidade na adolescência, antes de entrar na Universidade de São Paulo, e manteve sua identidade brasileira ativa, o que ajudou a sustentar a farsa. A fraude foi revelada em outubro de 2024, quando ele foi ao Poupatempo para solicitar um novo documento. Após a descoberta, ele desapareceu e não foi mais encontrado. A investigação mostrou que ele usou documentos falsos, como um certificado de reservista do Exército, para obter sua identidade britânica. A informatização dos registros facilitou a descoberta da fraude, que durou décadas.

José Eduardo Franco dos Reis, um juiz aposentado de São Paulo, viveu quarenta e cinco anos sob a falsa identidade de Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield. A fraude foi descoberta após ele solicitar um duplicado de identidade, onde foram encontradas impressões digitais de duas pessoas diferentes. A polícia investiga o caso por uso de documentação falsa e fraude.

Durante sua carreira, o magistrado se apresentava como um nobre britânico, mantendo hábitos excêntricos, como o consumo de chá às cinco horas da tarde. Ele alegava ser filho de pais britânicos e, mesmo com seu nome incomum, nunca levantou suspeitas durante suas atividades judiciais. O Ministério Público de São Paulo formalizou a denúncia contra ele, que ainda não foi julgada.

A identidade falsa foi criada por Reis na adolescência, antes de ingressar na Universidade de São Paulo. Ele manteve ativa sua identidade brasileira, renovando-a periodicamente, o que facilitou a manutenção da farsa. A fraude foi descoberta em outubro de dois mil e vinte e quatro, quando ele foi ao Poupatempo para solicitar um novo documento.

Após a revelação, o juiz desapareceu e não foi mais encontrado. A investigação revelou que ele usou documentos falsos para obter sua identidade britânica, incluindo um certificado de reservista do Exército e outros documentos fraudulentos. A informatização dos registros facilitou a descoberta da fraude, encerrando décadas de mentiras.

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