O programa Luz para Todos, criado em 2003, não conseguiu cumprir suas metas em 2023. O governo queria conectar 75 mil famílias à rede elétrica, mas apenas 50 mil ligações foram feitas. Segundo o IBGE, 0,2% dos lares brasileiros ainda não têm eletricidade, o que representa 1,3 milhão de pessoas, principalmente na Região Norte. Apesar de ter um orçamento de R$ 2,5 bilhões, o programa falhou em atender a demanda. O Ministério de Minas e Energia (MME) informou 60 mil conexões, mas o Instituto de Defesa do Consumidor considera apenas as ligações efetivas. Em seis dos nove estados da Amazônia Legal, as metas não foram alcançadas, com Acre e Tocantins sem novas ligações. Para 2024, o governo aumentou a meta para 97 mil imóveis, com investimentos de R$ 4,3 bilhões, mas a falta de infraestrutura e o acesso difícil por terra e água complicam a execução. O MME reconhece esses problemas, mas alternativas como painéis solares ainda não foram amplamente usadas. Na Amazônia Legal, há 70 mil domicílios, 993 escolas e 217 unidades de saúde sem energia, e a situação continua crítica.
O programa Luz para Todos, criado em dois mil e três, não conseguiu cumprir suas metas em dois mil e vinte e três. O governo estabeleceu o objetivo de conectar setenta e cinco mil famílias à rede elétrica, mas apenas cinquenta mil ligações foram realizadas. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 0,2% dos domicílios brasileiros ainda não têm acesso à eletricidade, representando um milhão e trezentas mil pessoas, principalmente na Região Norte.
Apesar de um orçamento recorde de R$ 2,5 bilhões, o programa falhou em atender a demanda. O Ministério de Minas e Energia (MME) reportou sessenta mil conexões, mas o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) considera apenas as ligações efetivas. A discrepância se deve a diferentes critérios de contagem. Em seis dos nove estados da Amazônia Legal, as metas não foram alcançadas, com estados como Acre e Tocantins não registrando nenhuma nova ligação.
Para o ano de dois mil e vinte e quatro, o governo aumentou a meta para noventa e sete mil imóveis, com investimentos de R$ 4,3 bilhões. No entanto, a falta de infraestrutura e o acesso limitado por terra e água dificultam a execução. O MME reconhece esses desafios, mas alternativas como o uso de painéis solares em áreas remotas ainda não foram amplamente implementadas.
O programa, que deveria ser um trunfo eleitoral, acaba por evidenciar a ineficiência na gestão governamental. Com setenta mil domicílios, novecentas e noventa e três escolas e duzentas e dezessete unidades de saúde sem energia na Amazônia Legal, a situação continua crítica. A expectativa é que o governo consiga reverter esse cenário, mas os resultados até agora não são promissores.
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