Professores e servidores da Prefeitura de São Paulo decidiram antecipar a paralisação para 16 de abril, em protesto contra a proposta de reajuste salarial de 2,6% apresentada pelo prefeito Ricardo Nunes. A greve estava inicialmente marcada para 25 de abril. O sindicato Aprofem considera a proposta humilhante e pede um reajuste de 12,9%, além de melhorias no piso salarial e o fim da contribuição previdenciária de 14%. O prefeito ameaçou punir os servidores que participarem da greve, o que gerou reações de parlamentares que pedem investigação por assédio moral. Eles argumentam que as ameaças configuram abuso de poder e violam o direito à greve e à manifestação.
Professores e servidores da Prefeitura de São Paulo decidiram antecipar a paralisação para 16 de abril em protesto contra a proposta de reajuste salarial de 2,6% apresentada pelo prefeito Ricardo Nunes. A greve estava inicialmente marcada para 25 de abril, coincidindo com a greve dos professores da rede estadual.
A Aprofem (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo) considera a proposta humilhante e reivindica um reajuste de 12,9%. Além disso, os servidores pedem a elevação do piso salarial de todos os profissionais da educação e o fim da contribuição previdenciária de 14%. O sindicato conta com mais de 60 mil filiados.
O prefeito Nunes ameaçou punir os servidores que participarem da greve, afirmando que não permitirá ações que comprometam o processo pedagógico. Ele declarou que está monitorando a situação para aplicar punições, especialmente aos professores. Essa postura gerou reações de parlamentares, que pedem investigação por assédio moral.
Parlamentares do PSOL apresentaram uma representação ao Ministério Público do Trabalho, solicitando a abertura de um processo administrativo para investigar as ameaças do prefeito. Eles argumentam que a atitude de Nunes configura abuso de poder e contraria a legislação que garante o direito à greve e à manifestação sem represálias.
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