O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, pode ter seu mandato cassado, o que preocupa seu partido. A ex-ministra Heloísa Helena, que é a primeira suplente, pode assumir seu lugar, mas isso gera temores entre os membros do PSOL e aliados do governo Lula. Eles temem que Heloísa, conhecida por suas críticas, cause problemas nas relações com adversários e na aprovação de projetos. Um dirigente do PSOL comentou que, embora Braga seja menos conhecido, ele é visto como menos problemático do que Heloísa, que tem um histórico de conflitos em partidos anteriores e atualmente enfrenta disputas internas na Rede. A situação pode se complicar ainda mais, pois Heloísa e o deputado Túlio Gadêlha, da Rede, têm uma relação tensa. A cassação de Braga conta com o apoio de Arthur Lira, que estaria pressionando outros partidos a votarem a favor. No entanto, alguns parlamentares da oposição consideram essa medida extrema. O PSOL já se prepara para lembrar a Lira que Heloísa pode ser uma “pedra no sapato” ainda mais incômoda.
A cassação do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) é considerada iminente, gerando preocupação no PSOL. A ex-ministra Heloísa Helena (Rede-RJ) é a primeira suplente e sua possível ascensão ao cargo levanta temores sobre a dinâmica da bancada e a relação com o governo Lula.
Membros do PSOL e aliados do governo expressam receios de que Heloísa, conhecida por suas críticas, possa criar embaraços nas interações com adversários e na aprovação de projetos. Um dirigente do PSOL destacou que, apesar de Braga ser menos conhecido, ele é visto como menos problemático que Heloísa.
A ex-senadora tem um histórico de conflitos em partidos anteriores e atualmente enfrenta uma disputa interna na Rede. Além disso, sua relação com o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) é tensa, o que pode complicar ainda mais a situação caso ela assuma a vaga.
A cassação de Braga é apoiada por Arthur Lira (PP-AL), que teria pressionado outros partidos a votarem a favor. No entanto, alguns parlamentares da oposição consideram a medida extrema. O PSOL já se prepara para lembrar a Lira que Heloísa pode ser uma “pedra no sapato” ainda mais incômoda.
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