A Polícia Municipal foi chamada em Montecarmelo durante a remoção de árvores para a construção de um cantão de limpeza, o que gerou protestos entre os moradores. A empresa responsável começou a transplantar algumas árvores, mas os residentes consideraram essa ação superficial. María Ángeles Nieto, da Plataforma Ecologista Madrileña, criticou os transplantes, dizendo que são apenas uma forma de minimizar a perda de árvores e acalmar a população. Os moradores, que se manifestaram com panelas, pedem que o cantão seja transferido para uma área mais distante de escolas e residências, já que o projeto avança sem levar em conta o consenso entre partidos de oposição e associações de bairro. Os protestos aumentaram, com gritos e insultos direcionados aos trabalhadores da obra, que enfrentam uma situação difícil. O vereador Borja Carabante defendeu a construção do cantão, afirmando que é importante para reconhecer a dignidade dos trabalhadores, desconsiderando a proposta dos moradores para uma localização alternativa. A comunidade continua mobilizada para preservar a área arborizada.
A Polícia Municipal interveio em Montecarmelo durante a remoção de árvores, que faz parte da construção de um cantão de limpeza. Moradores protestaram contra a ação, que foi iniciada pela empresa responsável, que realizou transplantes de algumas árvores. Os residentes consideram essa medida superficial e criticam a localização do cantão, que foi decidida pelo governo local.
María Ángeles Nieto, da Plataforma Ecologista Madrileña, afirmou que os transplantes são “operações cosméticas” para minimizar a perda de árvores e acalmar a insatisfação da população. Os moradores, armados com cacerolas, expressaram sua indignação, exigindo que o cantão seja transferido para uma área mais distante de escolas e residências. Um representante da associação local destacou que o projeto avança sem considerar o consenso entre partidos de oposição e associações de bairro.
Os protestos se intensificaram, com gritos e insultos direcionados aos trabalhadores da obra, que enfrentam uma situação tensa. Um jovem, que está em estágio, relatou que a pressão e os xingamentos tornam o trabalho insuportável. A mobilização dos moradores é vista como a única forma de impedir a continuidade das obras, com uma nova manifestação já agendada.
O vereador Borja Carabante defendeu a construção do cantão, afirmando que é essencial para reconhecer a dignidade dos trabalhadores. Ele argumentou que a localização atual é necessária, desconsiderando a proposta dos moradores para uma área alternativa. A situação continua a gerar polêmica, com a comunidade se mobilizando para garantir a preservação da área arborizada.
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