O ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, foi intimado após a oficial de Justiça ter dificuldades para encontrá-lo, visitando três endereços diferentes em Brasília. Garnier é réu em um processo por uma suposta tentativa de golpe de Estado, junto com outras pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa de Garnier alegou que houve um erro nas informações enviadas ao Supremo Tribunal Federal. A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi aceita no mês passado, resultando na abertura de uma ação penal. Após a intimação, os réus têm cinco dias para apresentar sua defesa. A confusão sobre o endereço de Garnier mostra os desafios enfrentados pelas autoridades no processo.
A intimação do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, ocorreu após a oficial de Justiça enfrentar dificuldades para localizá-lo. Ele é réu em um processo por suposta tentativa de golpe de Estado, ao lado de outras figuras, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa de Garnier alegou que houve um erro nas informações enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no mês passado, resultando na abertura de uma ação penal contra Garnier e mais sete pessoas.
As intimações começaram na semana passada. A oficial de Justiça visitou três endereços diferentes em Brasília, sendo informada de que Garnier não residia em nenhum deles. Após contato com o advogado Thiago Santos Agelune, a oficial conseguiu finalmente encontrar Garnier, que assinou o documento de intimação.
Após a intimação, os réus têm um prazo de cinco dias para apresentar defesa prévia. A confusão sobre o endereço de Garnier destaca as dificuldades enfrentadas pelas autoridades na condução do processo.
Entre na conversa da comunidade