A deputada federal Erika Hilton processou o narrador Sérgio Maurício, da Band, pedindo R$ 70 mil por danos morais. A ação foi motivada por uma postagem no X que a chamava de “fake news humana” e “coisa”, além de repetir ofensas transfóbicas. Sérgio afirma que não é responsável pelo perfil que fez a publicação. O caso está no Tribunal de Justiça de São Paulo e gerou discussões sobre a responsabilidade nas redes sociais. Erika, que defende os direitos LGBTQIA+, busca não só a indenização, mas também um posicionamento contra a transfobia. A situação destaca a importância do respeito e da dignidade no espaço público.
A deputada federal Erika Hilton processou o narrador da Band, Sérgio Maurício, por danos morais, solicitando R$ 70 mil. A ação foi motivada por uma publicação no X que a chamava de “fake news humana” e “coisa”, reiterando ofensas transfóbicas. O caso está registrado no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Sérgio Maurício defende que não é responsável pelo perfil que compartilhou as ofensas. A publicação em questão foi feita em fevereiro e gerou repercussão nas redes sociais, onde Erika já havia sido alvo de ataques semelhantes. A situação reacendeu debates sobre a responsabilidade nas redes sociais.
A coluna GENTE, que antecipou a volta de Sérgio à emissora a pedido dos proprietários, destaca a gravidade das ofensas e o impacto que isso pode ter na vida pública da deputada. O caso levanta questões sobre a liberdade de expressão e os limites do discurso nas plataformas digitais.
Erika Hilton, conhecida por sua atuação em defesa dos direitos LGBTQIA+, busca não apenas a reparação financeira, mas também um posicionamento claro contra a transfobia. A ação judicial reflete a luta por respeito e dignidade no espaço público.
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