- O candidato de direita ao governo do Equador, Daniel Noboa, venceu as eleições, reforçando uma tendência global de recuo do progressismo.
- O texto sustenta que o movimento progressista terminou, encerrando um ciclo iniciado com o Manifesto Comunista de 1848 e a Revolução Russa de 1917, que dominou o Ocidente no século XX.
- A partir desse vácuo, surgem líderes conservadores como Trump, Bolsonaro, Bukele, Milei, Orban, Meloni e Noboa, apontados como representantes de valores antigos.
- O conservadorismo precisa enfrentar obstáculos herdados do progressismo, incluindo acordos internacionais e a estrutura da burocracia profunda, que podem dificultar reformas.
- Sobre o Ocidente, o texto discute a posição da América Latina e do Brasil, destacando falhas institucionais históricas e a necessidade de reformas e revisão de acordos internacionais para manter alinhamento ocidental.
Para onde vai a América Latina? O texto analisa a vitória recente de Daniel Noboa, candidato conservador à presidência do Equador, como parte de uma tendência global de recuo da esquerda. O autor sustenta que a esquerda tende a perder forças frente a propostas conservadoras.
A coluna sustenta que o movimento progressista, que ganhou impulso a partir do final do século 19, estaria encerrando um ciclo. Segundo o autor, lideranças conservadoras passam a ocupar espaço político em várias nações, incluindo Estados Unidos, Brasil e Europa.
Contexto e bases da análise
O artigo afirma que o marxismo, legado do progressismo, deixou impactos que dificultam a atuação de novos governos. O texto aponta a presença de acordos internacionais e estruturas do que chama de globalismo como entraves para governantes conservadores.
O Ocidente e a América Latina
Segundo a leitura, a América Latina não é vista como parte central do Ocidente por muitos historiadores. O texto destaca fatores como estado de direito, inovação e democracia para definir ocidentalidade, argumentando que o Brasil tem déficits nesses aspectos.
Nova direita e futuros institucionais
A análise questiona o que virá após líderes como Bukele e Noboa. A ideia central é que reformas profundas e um recorte de acordos internacionais serão cruciais para alinhar seus países ao que resta do Ocidente.
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