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Putin não comparecerá ao funeral do papa Francisco no Vaticano devido a críticas e mandado de prisão

Putin não comparecerá ao funeral do papa Francisco, marcado para sábado, devido a um mandado de prisão do TPI por crimes de guerra.

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Vladimir Putin não irá ao funeral do papa Francisco, que faleceu aos 88 anos. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Kremlin. A decisão de Putin de não viajar ao Vaticano está ligada às críticas do papa à guerra na Ucrânia e a um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra. Desde a emissão do mandado, Putin tem evitado viagens internacionais, visitando apenas países aliados. O funeral do papa está marcado para o próximo sábado.

Putin não comparecerá ao funeral do papa Francisco no Vaticano. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, nesta terça-feira, 22. O funeral do pontífice, que faleceu aos 88 anos, está marcado para o próximo sábado, 26.

O presidente russo, Vladimir Putin, não tem planos de viajar ao Vaticano para a cerimônia. A decisão ocorre após as críticas frequentes do papa Francisco à guerra na Ucrânia, ao longo dos últimos três anos.

Em dezembro de 2022, o pontífice demonstrou publicamente sua comoção com o sofrimento do povo ucraniano, definindo o país como “martirizado”. Na mensagem de Páscoa deste ano, Francisco fez um apelo por uma “paz justa e duradoura” no Leste Europeu.

Além da postura do papa em relação ao conflito, a ausência de Putin também está relacionada a um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI). O TPI acusa o presidente russo de crimes de guerra cometidos na Ucrânia.

Embora o Vaticano não seja signatário do Estatuto de Roma, que criou o TPI, Putin tem limitado suas viagens internacionais desde a emissão do mandado. O líder russo tem visitado apenas países aliados, como China e Belarus.

Em 2024, Putin viajou à Mongólia, seu primeiro destino em um país signatário do Estatuto de Roma durante o conflito, após receber garantias de que não seria preso. O TPI depende das autoridades dos países signatários para cumprir mandados de prisão internacionais.

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