A 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, vai retomar as audiências sobre a infecção de pacientes com HIV após transplantes realizados na rede pública. O caso envolve seis pessoas ligadas ao PSC Lab Saleme, que fez testes errados em órgãos doados. As infecções aconteceram por causa de dois testes incorretos. Em fevereiro e abril, o Judiciário já ouviu testemunhas de acusação, incluindo as vítimas. Agora, será a vez das testemunhas de defesa e dos réus, que são os sócios do laboratório, Walter e Matheus Vieira, e ex-funcionários como Ivanilson dos Santos, Cleber Santos, Jacqueline de Assis e Adriana Vargas. Os réus enfrentam acusações sérias, como lesão corporal gravíssima, associação criminosa, falsificação de documento e falsidade ideológica. A continuidade do processo é muito esperada devido à gravidade das acusações e ao impacto nas vítimas.
A 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu (RJ) retoma em 5 de maio as audiências do processo que investiga a infecção de pacientes com HIV após transplantes realizados na rede pública do estado. O caso envolve seis pessoas ligadas ao PSC Lab Saleme, laboratório contratado pelo governo estadual para realizar análises de órgãos doados.
As infecções ocorreram devido a dois testes errôneos realizados pelo laboratório. Em fevereiro e abril, o Judiciário já ouviu testemunhas de acusação, que incluem as vítimas, e testemunhas de juízo. Agora, a expectativa é que sejam ouvidas as testemunhas de defesa e os réus, que incluem os sócios do laboratório, Walter e Matheus Vieira, além de ex-funcionários como Ivanilson dos Santos, Cleber Santos, Jacqueline de Assis e Adriana Vargas.
Os crimes imputados aos réus incluem lesão corporal gravíssima, associação criminosa, falsificação de documento e falsidade ideológica. A continuidade do processo é aguardada com atenção, dada a gravidade das acusações e o impacto nas vítimas envolvidas.
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