O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes anunciaram novos programas de infraestrutura que somam R$ 49 bilhões. Tarcísio apresentou o SP Pra Toda Obra, com R$ 30 bilhões para melhorias em rodovias, incluindo o trecho Norte do Rodoanel, que está em atraso desde 1998. Ele prometeu que a entrega será no próximo ano e também mencionou a duplicação da rodovia SP-129, com investimento de R$ 200,6 milhões. Por sua vez, Nunes lançou o Melhoramentos de São Paulo, com R$ 19 bilhões para 55 obras de mobilidade, destacando a construção de um túnel entre a Avenida Roberto Marinho e a Rodovia dos Imigrantes, que custará R$ 2,6 bilhões. Ambos os líderes buscam fortalecer suas posições políticas para as eleições de 2026, mas o histórico de promessas não cumpridas gera dúvidas sobre a realização dessas novas obras.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito da capital, Ricardo Nunes, anunciaram recentemente programas de infraestrutura que somam R$ 49 bilhões em investimentos. Os pacotes visam retomar obras com histórico de atrasos e problemas, como o Rodoanel.
Tarcísio lançou o SP Pra Toda Obra, com R$ 30 bilhões destinados principalmente a melhorias em rodovias e estradas no interior do estado. O trecho Norte do Rodoanel, que enfrenta desafios desde 1998, foi incluído no pacote. O governador afirmou que a entrega da via está prevista para o próximo ano. Também está prevista a duplicação da rodovia SP-129, entre Tatuí e Porto Feliz, com investimento de R$ 200,6 milhões.
Ricardo Nunes apresentou o programa Melhoramentos de São Paulo, que prevê R$ 19 bilhões em 55 obras viárias e de mobilidade. Muitas dessas iniciativas já estavam no Programa de Metas da gestão anterior. O projeto mais destacado é a construção de um túnel ligando a Avenida Roberto Marinho à Rodovia dos Imigrantes, com custo estimado de R$ 2,6 bilhões.
Ambos os líderes buscam fortalecer suas posições políticas em vista das eleições de 2026. Tarcísio foca em grandes projetos de infraestrutura, enquanto Nunes tenta aumentar seu protagonismo com obras de maior visibilidade. O histórico de promessas não cumpridas, no entanto, levanta questionamentos sobre a viabilidade dos novos anúncios.
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