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Prefeitura de São Paulo engaveta emenda de R$ 500 mil para creche em Paraisópolis

Emenda de R$ 500 mil para creche em Paraisópolis é recusada pela prefeitura de São Paulo, marcando um inédito retorno ao orçamento federal.

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Uma emenda parlamentar de 500 mil reais para uma creche da Igreja Anglicana em Paraisópolis, São Paulo, foi rejeitada pela prefeitura. O dinheiro seria usado em atividades culturais para crianças carentes, mas após um ano, a verba voltou ao orçamento federal. A emenda foi proposta em outubro de 2023 pelo deputado Ricardo Salles, que é do partido Novo e é opositor do prefeito Ricardo Nunes. A creche atende cerca de mil crianças de zero a quatro anos e é mantida pelo Instituto Anglicano. A verba seria destinada a cursos de balé e música, mas a Secretaria Municipal da Educação não autorizou seu uso. A creche, que já depende de recursos próprios e convênios, não recebeu o apoio financeiro que poderia ter ajudado em suas atividades. A prefeitura não comentou sobre a situação.

Uma emenda parlamentar de R$ 500 mil destinada a uma creche da Igreja Anglicana em Paraisópolis, São Paulo, foi rejeitada pela prefeitura. A verba, que deveria financiar atividades culturais para crianças carentes, retornou ao orçamento federal após um ano.

A emenda foi proposta em outubro de 2023 pelo deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP), opositor do prefeito Ricardo Nunes (MDB). O recurso seria aplicado na Creche Anglicana, que atende cerca de mil crianças de zero a quatro anos em um espaço de 8.000 metros quadrados. O local é mantido pelo Instituto Anglicano, vinculado à Catedral Anglicana de São Paulo.

A verba seria utilizada para cursos de balé e música, entre outras atividades. No entanto, a Secretaria Municipal da Educação não autorizou o uso da emenda, resultando na devolução do montante ao governo federal. Essa situação marca a primeira recusa de uma emenda pela gestão municipal.

A creche, que depende de recursos próprios e convênios, incluindo da prefeitura, não recebeu a verba que poderia ter sustentado diversas atividades ao longo do ano. A Prefeitura de São Paulo não se manifestou sobre o caso.

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