Jair Bolsonaro está internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, após uma cirurgia de desobstrução intestinal. O último boletim médico informa que seu estado é estável, mas ele não tem previsão de alta e está em jejum, recebendo nutrição intravenosa. O Conselho Regional de Medicina do DF abriu uma sindicância para investigar as visitas que ele recebeu na UTI, especialmente após uma intimação judicial. Durante a internação, Bolsonaro participou de uma live e recebeu visitas de aliados, o que gerou críticas e questionamentos sobre a adequação da intimação em sua condição de saúde. Os médicos estão monitorando sua recuperação de perto, já que a cirurgia foi complexa, e ele continua fazendo fisioterapia para evitar complicações. Bolsonaro está internado desde o dia 11 de abril, após passar mal em um evento.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, após uma cirurgia de desobstrução intestinal realizada no dia 13 de abril. O último boletim médico, divulgado nesta sexta-feira, 25, indica que seu quadro é estável, mas não há previsão de alta. Ele está em jejum oral e recebe nutrição intravenosa.
O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) abriu uma sindicância para investigar as visitas que Bolsonaro recebeu na UTI, especialmente após a intimação judicial que recebeu de uma oficial de justiça. O CRM destacou que o acesso à UTI deve seguir normas rigorosas para garantir a segurança dos pacientes em estado crítico.
Durante sua internação, Bolsonaro participou de uma live e recebeu visitas de aliados, incluindo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. A participação em uma live foi citada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como justificativa para a intimação, que ocorreu na quarta-feira, 23. O ex-presidente criticou a intimação, questionando a adequação da ação em sua condição de saúde.
Os médicos afirmam que a recuperação de Bolsonaro deve ser monitorada de perto, já que a cirurgia foi complexa e envolveu manipulação intensa do intestino. O especialista Murillo Lobo ressaltou que estímulos precoces podem ajudar na recuperação, mas situações estressantes devem ser evitadas.
O boletim médico mais recente descartou complicações, mas a equipe médica continua a monitorar sua condição. Bolsonaro segue realizando fisioterapia e medidas preventivas para evitar trombose venosa. O ex-presidente está internado desde o dia 11 de abril, após ter passado mal durante um evento no Rio Grande do Norte.
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