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Estudante da USP é encontrada morta em terreno destinado a equipamento de saúde em SP

Deputada pede investigação sobre segurança em terreno da Prefeitura de SP após morte de estudante da USP e urgência na construção de equipamento de saúde.

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Bruna Oliveira da Silva, estudante da USP, foi encontrada morta em um estacionamento de um terreno da Prefeitura de São Paulo, que deveria ser usado para um equipamento de saúde. A deputada Luciene Cavalcante pediu ao Ministério Público que investigue a falta de segurança no local e que a construção do complexo Paulistão da Saúde seja feita rapidamente. Bruna, de 28 anos, era historiadora e mestranda em ciências sociais, e deixa um filho de sete anos. O principal suspeito de seu assassinato, Esteliano José Madureira, foi encontrado morto na semana passada. Após o crime, mulheres que usam o terminal de metrô e ônibus Itaquera relataram medo de andar pela região. A gestão municipal não comentou sobre a situação do terreno ou a denúncia feita ao MP. A deputada destacou a urgência de ações para garantir a segurança e a saúde da população local.

Bruna Oliveira da Silva, estudante da Universidade de São Paulo (USP), foi encontrada morta em um estacionamento de um terreno da Prefeitura de São Paulo, que deveria abrigar um equipamento de saúde. O local, na avenida Miguel Ignácio Curi, na zona leste, está destinado à construção do complexo Paulistão da Saúde, mas até agora nada foi construído.

A deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) solicitou ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que investigue a omissão da gestão municipal na segurança do terreno. A parlamentar também pediu que a construção do complexo de saúde seja realizada com urgência, visando reparar o dano à população e prevenir novas tragédias.

Bruna, de 28 anos, era historiadora, professora e mestranda em ciências sociais. Ela deixa um filho de sete anos. O principal suspeito de seu assassinato, Esteliano José Madureira, foi encontrado morto na semana passada. Após o crime, mulheres que utilizam o terminal de metrô e ônibus Itaquera relataram medo de circular pela região.

A gestão municipal não respondeu aos pedidos de comentário sobre a situação do terreno e a denúncia feita ao MP-SP. A deputada Cavalcante enfatizou a necessidade de ação imediata para garantir a segurança e a saúde da população local.

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