Donald Trump demitiu membros do conselho do Museu Memorial do Holocausto, incluindo Doug Emhoff, que foi nomeado por Joe Biden. Em resposta, Emhoff, que é judeu, disse que a memória do Holocausto não deve ser usada para fins políticos e que isso desonra as vítimas. Ele reafirmou seu compromisso com a educação sobre o Holocausto e a luta contra o antissemitismo. Outros demitidos incluem ex-assessores de Biden, como Ron Klain e Susan Rice. A Casa Branca afirmou que Trump pretende substituir os membros por pessoas que apoiam Israel. O museu, que enfrenta um aumento no antissemitismo, disse que continuará sua missão de educação sobre o Holocausto.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demitiu membros do conselho do Museu Memorial do Holocausto, incluindo Doug Emhoff, nomeado por Joe Biden. A demissão ocorreu em um contexto de crescente polarização política e foi anunciada nesta terça-feira, 29 de abril de 2025.
Em resposta à sua demissão, Emhoff, que é judeu e marido da ex-vice-presidente Kamala Harris, afirmou que “a memória e a educação sobre o Holocausto jamais devem ser politicizadas.” Ele destacou que transformar o Holocausto em um tema divisivo é perigoso e desonra a memória dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas. Emhoff reafirmou seu compromisso com a luta contra o antissemitismo e a promoção da educação sobre o Holocausto.
Além de Emhoff, outros membros demitidos incluem Ron Klain, ex-chefe de gabinete de Biden, e Susan Rice, ex-assessora de política nacional. O conselho do museu, que possui 63 integrantes, é em sua maioria nomeado pelo presidente dos Estados Unidos. A Casa Branca informou que Trump planeja substituir os demitidos por “apoiadores firmes do Estado de Israel.”
O Museu Memorial do Holocausto, inaugurado em 1993, expressou que a demanda por educação sobre o Holocausto está aumentando, mesmo em tempos de crescente antissemitismo. A instituição não comentou diretamente sobre as demissões, mas reafirmou a importância de sua missão.
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