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Cardeal Cristóbal López expressa curiosidade e responsabilidade no conclave papal

Cardeal Cristóbal López, um dos papáveis, defende continuidade dos processos inclusivos de Francisco e diálogo inter-religioso no conclave.

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O cardeal Cristóbal López, arcebispo de Rabat, está participando do conclave para escolher o novo papa após a morte de Francisco. Ele diz que não busca um “imitador” de Francisco, mas um bom cristão que esteja atento ao mundo. López, que tem um perfil missionário e já viveu em vários países, acredita que a Igreja deve servir ao mundo e dialogar com outras religiões. Ele está curioso e consciente da responsabilidade de seu voto, que será decidido na Capela Sistina. Durante as reuniões, ele tem ouvido outros cardeais e acredita que a Igreja deve continuar processos inclusivos iniciados por Francisco. Ele também expressou preocupação com a política migratória da Europa e a polarização na sociedade espanhola. López não vê risco de cisma na Igreja, mas reconhece que há diferenças de opinião entre os cardeais. Ele acredita que o próximo papa deve promover a paz e a justiça, e que a Igreja deve ser uma voz profética no mundo.

O cardeal Cristóbal López, arcebispo de Rabat, expressou sua curiosidade e responsabilidade ao participar do conclave que escolherá o sucessor do papa Francisco, falecido recentemente. Ele enfatizou que não busca um “imitador” de Francisco, mas um bom cristão que atenda às necessidades do mundo.

López, de setenta e dois anos, destacou a importância da Igreja como servidora do mundo e a necessidade de continuar os processos inclusivos iniciados por Francisco. Ele afirmou que a Igreja deve estar aberta ao diálogo inter-religioso e ao serviço da justiça e da paz. O cardeal, que viveu em países como Paraguai e Bolívia, acredita que a Igreja deve se colocar a serviço do mundo, especialmente em contextos onde é minoria.

Durante as reuniões do conclave, ele observou que os cardeais estão discutindo prioridades e desafios, mas não há candidatos definidos. “Acredito no Espírito Santo e veremos o que Ele nos indica”, disse. López também comentou sobre a divisão na Igreja, afirmando que, apesar de algumas críticas ao papa, a unidade deve ser construída a partir da aceitação das diferenças.

Sobre a política migratória da União Europeia, o cardeal expressou sua indignação, chamando-a de egoísta e mesquinha. Ele ressaltou a importância de acolher os imigrantes, lembrando que muitos espanhóis também foram emigrantes. López se mostrou otimista quanto ao futuro da Igreja, afirmando que o próximo papa deve continuar os processos de inclusão e sinodalidade iniciados por Francisco.

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