Lorelei Crean, uma adolescente de 17 anos, se tornou ativista devido às políticas do governo Trump que atacam os direitos da comunidade trans. Nos primeiros 100 dias de seu mandato, Trump reverteu avanços importantes para as pessoas trans, como a proibição de tratamentos de mudança de gênero para menores e a suspensão da emissão de documentos com gênero neutro. Ele afirmou que existem apenas dois gêneros e tomou medidas para impedir que mulheres transgênero competissem em esportes femininos. Além disso, mulheres trans estão sendo detidas em prisões masculinas, onde enfrentam violência. A situação é preocupante, mesmo em estados mais progressistas, como Nova York, onde algumas instituições já seguem as novas regras. Crean, que tem documentos legais com um “X” para gênero, continua a protestar contra essas políticas, que ela considera um ataque diário aos direitos de todos, não apenas da comunidade trans.
Nos primeiros cem dias do governo Trump, a comunidade LGBTQIAPN+ enfrentou uma reversão significativa de direitos, especialmente para pessoas trans. Recentemente, o presidente dos Estados Unidos emitiu ordens executivas que proíbem tratamentos de mudança de gênero para menores e restringem a documentação de gênero neutro.
Lorelei Crean, uma adolescente trans, tornou-se ativista em resposta a essas políticas. Em pouco mais de três meses, Trump reverteu avanços nos direitos das pessoas trans em áreas como trabalho e educação. Em abril, ele ordenou que instituições que recebem subsídios federais encerrassem tratamentos de mudança de gênero para menores de dezenove anos. Além disso, a emissão de documentos com um “X” na caixa de gênero neutro foi suspensa.
A administração Trump também tentou proibir a participação de pessoas trans nas Forças Armadas e restringir referências a elas em conselhos oficiais. Crean, que recentemente recebeu uma nova certidão de nascimento com um “X” no passaporte de gênero, expressou sua preocupação: “É um ataque diário às pessoas”. A adolescente enfrenta desafios adicionais ao decidir sobre universidades, já que as leis locais variam em relação ao acesso a cuidados de saúde e uso de banheiros.
As ações do governo têm gerado reações intensas. A proibição de mulheres trans em prisões femininas e a exigência de que passaportes reflitam o sexo biológico são algumas das medidas criticadas. A deputada brasileira Erika Hilton, por exemplo, teve seu visto emitido como “masculino”, apesar de ter documentos femininos no Brasil. A administração também lançou uma ofensiva contra a Universidade da Pensilvânia devido à nadadora trans Lia Thomas, ameaçando congelar fundos de pesquisa.
A transfobia do governo é evidente desde o discurso de posse de Trump, que afirmou que existem apenas dois gêneros. Essa retórica tem gerado um clima de medo e insegurança entre as comunidades LGBTQIAPN+. A luta por direitos e reconhecimento continua, com ativistas como Crean se mobilizando contra as políticas discriminatórias.
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