A corrida ao Senado no Rio de Janeiro está agitada, com candidatos que têm forte apoio entre os evangélicos, como Otoni de Paula e Marcelo Crivella. O governador Cláudio Castro enfrenta pressão, especialmente de Carlos Portinho, que critica sua relação com o Supremo Tribunal Federal. Otoni de Paula está negociando sua filiação ao Republicanos e buscando apoio nas igrejas, enquanto Crivella, que está inelegível até 2028, ainda pensa em se candidatar ao Senado. Otoni acredita que um candidato evangélico pode conseguir mais de 20% dos votos, o que é importante para vencer. Crivella, que já foi senador, foi condenado por irregularidades na sua gestão como prefeito e está recorrendo da decisão. Otoni também está tentando se aproximar de diferentes igrejas e fortalecer sua posição no partido. A situação interna no PL pode abrir espaço para mais concorrentes, já que Castro tenta formar alianças, enquanto Portinho defende a importância de ter uma maioria de direita no Senado.
A corrida ao Senado no Rio de Janeiro já conta com candidatos com forte apelo no eleitorado evangélico, como Otoni de Paula (MDB-RJ) e Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O governador Cláudio Castro (PL) enfrenta pressões internas e externas, especialmente do senador Carlos Portinho (PL-RJ), que critica sua relação com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Otoni de Paula está em negociações para se filiar ao Republicanos e busca apoio entre igrejas. Crivella, que está inelegível até 2028 devido a uma condenação por caixa dois, ainda considera uma candidatura ao Senado. O ex-prefeito tenta reverter sua situação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alegando que as acusações são infundadas.
A disputa interna no PL também se intensifica, com Portinho sugerindo que Castro não deve ter “rabo preso” com o STF, referindo-se a inquéritos que envolvem o governador. A pressão por uma candidatura forte entre os evangélicos pode beneficiar Otoni, que se aproxima de líderes religiosos e busca apoio político.
Os candidatos apostam que um nome com forte atuação em igrejas pode superar 20% dos votos, um patamar que historicamente garante a eleição ao Senado em anos com duas cadeiras em disputa. Otoni e Crivella discutem a possibilidade de um acordo para definir quem será o candidato mais forte.
Enquanto isso, Castro tenta consolidar sua posição e evitar movimentos que possam fortalecer o Republicanos. A dinâmica entre os partidos e as alianças evangélicas promete moldar o cenário eleitoral para 2026 no Rio de Janeiro.
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