Em julho de 1980, Roberto Civita, um empresário brasileiro, chegou ao Aeroporto Internacional Sheremetyevo, em Moscou, para assistir aos Jogos Olímpicos. Ele trouxe algumas edições da revista Veja, que tinha uma caricatura do líder soviético Leonid Brejnev na capa. Ao tentar entrar no país, suas revistas foram confiscadas por agentes de imigração, que ficaram desconfiados do material. Civita se apresentou como representante de um grande grupo editorial, o que aumentou a tensão. Quarenta e cinco anos depois, em 2026, os Estados Unidos vão comemorar os 250 anos da Declaração de Independência, mas o clima sob o governo Trump gera preocupações sobre a recepção de visitantes. A embaixada americana no Brasil alertou que visitantes devem ter cuidado com suas postagens nas redes sociais, pois estão monitorando possíveis ameaças à segurança nacional. Trump, que já enfrentou dois impeachments e foi banido de várias plataformas sociais, agora parece mais forte politicamente, mas sua administração tem sido criticada por desmantelar proteções governamentais. Pesquisas mostram que sua popularidade está caindo, e especialistas acreditam que a sociedade civil precisa agir para combater o que consideram um avanço do autoritarismo. Faltam 1.536 dias para o fim do mandato de Trump.
Roberto Civita, empresário brasileiro, viveu uma experiência tensa em julho de mil novecentos e oitenta ao tentar entrar na União Soviética durante os Jogos Olímpicos. No Aeroporto Internacional Sheremetyevo, suas revistas foram confiscadas por agentes de imigração. Civita, editor da Editora Abril, levava edições da revista Veja, que traziam a imagem do líder soviético Leonid Brejnev na capa. A caricatura de Brejnev, com feições de urso feroz, gerou descontentamento e resultou na retenção do empresário para explicações.
Quarenta e cinco anos depois, o clima de vigilância e suspeição nos Estados Unidos levanta preocupações para o evento de 2026. O país celebrará os 250 anos da Declaração de Independência, mas a recepção a visitantes pode ser afetada pelo governo de Donald Trump. Recentemente, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil alertou que todos os visitantes devem estar atentos ao comportamento, devido a um rigoroso programa de verificação em redes sociais.
A postagem enfatizou que green cards e vistos são considerados privilégios, não direitos. O governo Trump já demonstrou sua disposição em agir contra pessoas que, mesmo sem crimes, possam ser vistas como ameaças. A situação se agrava com a realização de treinamentos sobre ameaças químicas e biológicas em consulados, como o de Porto Alegre.
A popularidade de Trump, no entanto, está em queda. Dados de pesquisas mostram que a desaprovação cresceu em quase dois dígitos, com uma média de aprovação em 44%. Especialistas alertam que a sociedade civil deve agir contra o que consideram um avanço do autoritarismo. Faltam mil quinhentos e trinta e seis dias para o término do mandato de Trump, e a tensão política continua a aumentar.
Entre na conversa da comunidade