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André Ferreira assume presidência da Comissão Especial de Documentos Sigilosos na Câmara

Deputado André Ferreira assume a presidência da Comissão de Documentos Sigilosos, que gerencia informações críticas por dois anos.

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O deputado André Ferreira, do PL de Pernambuco, foi escolhido presidente da Comissão Especial de Documentos Sigilosos da Câmara dos Deputados por um período de dois anos. Essa comissão, que existe desde 1993, é responsável por lidar com documentos que podem ameaçar a segurança do Estado e da população. Os documentos podem ser classificados como ultrassecretos, secretos ou reservados, com prazos de sigilo que variam de cinco a 25 anos. Informações que possam colocar em risco a segurança do presidente e do vice-presidente são mantidas em sigilo até o fim de seus mandatos. Além disso, não é permitido classificar como sigilosas informações que ajudem os cidadãos a buscar seus direitos ou que envolvam violações de direitos humanos. Dados pessoais têm um prazo de sigilo de 100 anos.

O deputado André Ferreira (PL-PE) foi eleito presidente da Comissão Especial de Documentos Sigilosos da Câmara dos Deputados. O mandato de dois anos envolve a gestão de informações classificadas como ultrassecretas, secretas e reservadas.

A comissão, criada em mil novecentos e noventa e três, é composta por três integrantes. De acordo com a legislação, documentos podem ser classificados como sigilosos quando representam risco à segurança do Estado ou da população. Informações ultrassecretas têm prazo de sigilo de 25 anos, enquanto as secretas são mantidas em sigilo por 15 anos e as reservadas por cinco anos.

Além disso, informações que possam comprometer a segurança do presidente e do vice-presidente da República são reservadas até o fim do mandato. A mesma regra se aplica a filhos e cônjuges dos mandatários. A lei proíbe o sigilo sobre informações necessárias para que cidadãos possam recorrer aos tribunais em relação a direitos fundamentais e sobre dados de violações de direitos humanos.

No que diz respeito a informações pessoais, a regra geral estabelece um sigilo de 100 anos. A nova presidência da comissão terá a responsabilidade de garantir a correta classificação e proteção dessas informações sensíveis.

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