Pete Hegseth, o secretário de Defesa dos EUA, anunciou cortes de 20% no número de oficiais de quatro estrelas e generais da Guarda Nacional, como parte de uma estratégia para reduzir cargos no alto escalão militar. Ele também cancelou um programa que incentivava a participação de mulheres na segurança nacional e enfrenta críticas por ter vazado planos militares em grupos de mensagens. Desde que assumiu, Hegseth demitiu vários oficiais, incluindo mulheres e minorias, e tem sido acusado de politizar as Forças Armadas. Apesar das controvérsias, o presidente Donald Trump continua a apoiar Hegseth.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou nesta segunda-feira, cinco de maio, uma redução de 20% no número de oficiais de quatro estrelas e generais da Guarda Nacional. O objetivo é otimizar a liderança militar e reduzir o excesso de cargos de alta patente. A medida faz parte de uma série de demissões que Hegseth implementou desde que assumiu o cargo.
O corte será realizado em duas fases: inicialmente, os oficiais de quatro estrelas e os generais da Guarda Nacional, seguido por uma redução de 10% nos generais e oficiais de outras forças. Hegseth afirmou que essas ações visam manter a posição dos EUA como a força de combate mais letal do mundo, garantindo eficiência e prontidão.
Atualmente, existem cerca de 800 oficiais-generais nas Forças Armadas, sendo 44 deles de quatro estrelas. Desde o início de sua gestão, Hegseth demitiu vários oficiais, incluindo mulheres e minorias, como o general Charles Brown e a almirante Lisa Franchetti, a primeira mulher a comandar a Marinha.
Críticas e Polêmica
Hegseth também cancelou um programa que incentivava a participação de mulheres na segurança nacional, o que gerou críticas de democratas que temem a politização das forças armadas. Além disso, o secretário enfrenta pedidos de demissão após ter vazado planos militares para o Iémen em grupos de mensagens, incluindo informações que chegaram a ser compartilhadas com pessoas não autorizadas.
Apesar das controvérsias, o presidente Donald Trump reafirmou seu apoio a Hegseth, minimizando as críticas e defendendo sua gestão à frente do Pentágono.
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