Em 2022, Elon Musk comprou o Twitter, agora chamado X, prometendo ser um defensor da liberdade de expressão. No entanto, usuários de extrema-direita que criticaram Musk notaram que seu alcance na plataforma caiu drasticamente. O New York Times identificou três desses usuários que se desentenderam com Musk e, em seguida, viram suas contas perderem visibilidade. Isso levantou preocupações sobre a moderação no X, já que muitos esperavam que Musk realmente apoiasse a liberdade de expressão. Um especialista em direitos individuais criticou a situação, afirmando que isso contradiz a promessa de Musk. Embora não esteja claro o que exatamente aconteceu com as contas, Musk sugeriu que usuários influentes poderiam limitar o alcance de outros. Ele também mencionou a possibilidade de expulsar alguns usuários do programa premium, o que afetaria ainda mais sua visibilidade. A empresa afirmou que não bloqueia ou remove conteúdo com base nas opiniões dos usuários, mas a falta de transparência sobre os algoritmos gera dúvidas.
Quando Elon Musk adquiriu o X (antigo Twitter) em 2022, prometeu um espaço para a liberdade de expressão e se autodenominou um “absolutista da liberdade de expressão”. Recentemente, usuários de extrema-direita que criticaram Musk notaram uma queda drástica em seu alcance na plataforma, levantando questões sobre a moderação e a verdadeira liberdade de expressão no X.
O New York Times identificou três usuários de extrema-direita — Anastasia Maria Loupis, Laura Loomer e Owen Shroyer — que se desentenderam com Musk em dezembro. Após isso, seus alcances na plataforma diminuíram significativamente. Ari Cohn, conselheiro da Fundação para Direitos Individuais e Expressão, afirmou que isso contraria o ambiente que Musk prometeu criar. Ele criticou a ação, dizendo: “Não fique aí se cobrindo com a liberdade de expressão e depois faça coisas assim.”
Não está claro o que exatamente ocorreu com as contas que se desentenderam com Musk. Outros usuários também relataram que suas contas foram afetadas após críticas ao bilionário. A análise de dados não revelou evidências claras de que a visibilidade dessas contas foi severamente impactada. Musk, que possui mais de 219 milhões de seguidores, tem influência significativa sobre o alcance de outros usuários.
Ele sugeriu que contas poderosas poderiam bloquear ou silenciar outras, limitando drasticamente seu alcance. Além disso, Musk mencionou a possibilidade de expulsar alguns usuários do programa premium do X, que aumenta a visibilidade dos assinantes pagantes. Um porta-voz do X não comentou sobre as alegações, mas a empresa afirmou que não bloqueia ou limita conteúdo com base nas opiniões individuais.
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