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Suspeito de ataque a show de Lady Gaga é preso após planejamento de atentado

Grupo que planejava ataque a bomba no show de Lady Gaga foi desarticulado. Luis Fabiano da Silva, deportado dos EUA, é o principal suspeito.

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Luis Fabiano da Silva, deportado dos Estados Unidos, foi preso por chefiar um grupo que planejava um ataque a bomba durante o show de Lady Gaga em Copacabana. A Polícia Civil do Rio recebeu informações sobre a ameaça dez dias antes do evento. Fabiano, que havia vivido ilegalmente nos EUA por mais de 27 anos, foi encontrado com uma arma e inicialmente liberado após pagar fiança, mas sua prisão foi decretada depois que ele faltou a uma audiência. O grupo que ele liderava recrutava jovens pela internet e planejava usar explosivos artesanais e coquetéis molotov durante o show, com foco no público LGBTQIA+. O evento ocorreu normalmente, pois a polícia desarticulou o plano e prendeu oito suspeitos, incluindo um adolescente. A investigação continua, com a análise de materiais apreendidos, como celulares e notebooks.

Um plano de ataque a bomba durante o show da cantora Lady Gaga em Copacabana, no Rio de Janeiro, foi frustrado pela Polícia Civil. A ameaça foi identificada dez dias antes do evento, que ocorreu sem incidentes.

Luis Fabiano da Silva, deportado dos Estados Unidos, foi preso por chefiar o grupo responsável pelo planejamento do ataque. Ele havia vivido ilegalmente por mais de 27 anos nos EUA. Fabiano foi detido em flagrante após ser encontrado com uma arma, mas foi liberado após pagar fiança. Sua prisão foi novamente decretada após ele não comparecer à audiência.

A juíza Fabiana Pagel, do Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), destacou que medidas cautelares não seriam suficientes diante dos crimes investigados. Fabiano é suspeito de liderar um grupo que planejava ataques contra o público, especialmente o LGBTQIA+, durante o show.

Ação Policial

A Polícia Civil recebeu informações sobre o plano de ataque com explosivos artesanais, que incluía o uso de coquetéis molotov. A investigação, batizada de “Fake Monster”, resultou na identificação de oito criminosos. Um homem foi preso no Rio Grande do Sul e um adolescente foi apreendido no Rio de Janeiro.

O delegado Felipe Curi informou que o grupo recrutava jovens pela internet para promover os ataques. Durante a operação, foram apreendidos celulares e notebooks, que passarão por análise e perícia. A investigação continua em sigilo para não comprometer os desdobramentos.

O show de Lady Gaga ocorreu normalmente, sem qualquer incidente, graças à rápida ação das autoridades. A Polícia Civil segue monitorando a situação e investigando os envolvidos no planejamento do ataque.

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